sexta-feira, 29 de agosto de 2008

ENTREVISTA COM GOG

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ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O RAPPER E POETA GOG
- DIRETO DE BRASÍLIA


Por Alessandro Buzo (Agosto de 2008)

Agora a chamada anuncia a entrevista de GOG para Alessandro Buzo, respondendo as mesmas questões que respondi outro dia e que foram publicadas, primeiramente, no blog Suburbano Convicto e, depois, no Buzo Entrevista

Já li a entrevista do irmão GOG, sempre convicto e conseqüente.
Ele expõe e se expõe sem excessos sobre as mesmas questões profundas do hip hop e sobre pessoas e movimentos como na minha entrevista.

Veja um trecho:

Buzo - Movimento Hip Hop ?

GOG
- Está no divã pela falta de estratégia. As grandes expressões do Hip Hop não se reúnem, não conversam, não trabalham estratégias, logo não temos um objetivo definido, e sim um cartilha decorada, muito falada, mas praticada por poucos. A Revolução Pessoal está em primeiro lugar. O Sistema Opressor percebe facilmente isso, e se o problema é dinheiro, é resolvido facilmente. Eles compram! É claro que temos que ocupar espaços, só que temos que respeitar princípios, e separar o que prejudicará o coletivo, jogando o movimento no descrédito. Mesmo diante de toda essa realidade, é claro, existe muito amor, muito trabalho, muita força de vontade, só que se tudo isso não for canalizado, será em vão, perda de tempo. Essa não é uma conclusão particular, minha. A história conta isso. Portanto, é hora de acordar!”

Quem tiver na disposição para acompanhar as reflexões do Irmão na íntegra, o bate papo tá no blog:

http://www.suburbanoconvicto.blogger.com.br/



Nelson Maca – Blackitude.Ba

Um comentário:

Blequimobiu disse...

O lance é saber, que grandes expressões são estas e pra quem é mesmo que elas se expressam...

Algo do tipo, comunicador e público alvo, ou algo do tipo, comunicação 2.0 aonde todos se expressão e ai sim existe troca.

Enquanto pensar neste modelo "movimento" de lideranças o hiphop vai continuar assim, turvo, onde quem tá em cima não consegue ver claramente o acontece de verdade nas ruas, até que alguém por conveniência abrace a tendência.

Respirar fundo é preciso, abrir o coração pra depois a mente!

É como diz KL Jay... "as ruas estão vendo..."

as vezes fazendo barulho em silêncio, as vezes conversando entre códigos mutantes e multáveis que só a elas pertencem!