sábado, 21 de novembro de 2009

Akins Kintê participa do Sarau Bem Black

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Palavras Faladas da BlacKitude

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Sarau Bem Black recebe Akins Kintê


Depois de uma reportagem inspiradora no programa Soterópolis -TVE (BA) no Dia Nacional da Consciência Negra, o Sarau Bem Black - Palavras Faladas realiza nova edição na próxima quarta-feira (25/11), no Sankofa African Bar (Pelourinho). E mantém o mesmo espírito, abrindo espaço para divulgação da poesia divergente, feita e consumida fora dos ambientes acadêmicos ou dos saraus tradicionais, e flertando diretamente com a música e o cinema. Passada a grande movimentação do 20 de Novembro, o sarau faz, na manha, seu tributo a Zumbi.

Realizado pelo Coletivo Blackitude - Vozes Negras da Bahia, o Sarau Bem Black é apresentado pelo poeta e professor de literatura Nelson Maca, em dueto com a cantora Negra Íris, do grupo RBF – Rapaziada da Baixa Fria. Antes, durante e após as apresentações, o DJ residente Joe comanda o diálogo musical com artistas da black music nacional e internacional. Nesta edição, o homenageado é o bloco afro Ilê Aiyê.

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A programação começa às 18h, com a exibição do documentário Abdias Nascimento: Memória Negra de Antonio Olavo, que conta a trajetória de nosso histórico militante negro. Depois do filme, tem inicio a poesia com colagens musicais e participações dos rappers Lázaro Erê & Rone Dundun, da banda Opanijé, que sempre abrem o recital com uma saudação a Exu; e das poetas mirins Luiza Gata e Lucinha Black Power. O microfone é também aberto aos poetas da platéia, que se inscrevem e recitam poemas seus ou dos autores favoritos. Sem dúvida, um dos momentos mais aguardados; e que revela boas surpresas.

Inspirado do Sarau da Cooperifa – que há oito anos reúne centenas de pessoas, todas as quartas, na periferia paulistana – o Sarau Bem Black já contou com participações especiais como o rapper GOG (Brasília) e os baianos José Carlos Limeira, Jocélia Fonseca, Landê Onawlê, Hamilton Borges, Iara Nascimento e Giovane Sobrevivente. Neste encontro o convidado será o poeta paulistano Akins Kintê, um dos nomes promissores da nova poesia negra praticada no Brasil. Além dele, o Sarau Bem Black convocou novamente o poeta Hamilton Borges Walê.

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SERVIÇO

Evento: Sarau Bem Black – Palavras Faladas da Blackitude
Quando: quarta-feira, dia 25/11, 18h
Onde: Sankofa African Bar (Rua Frei Vicente, 7, Pelourinho)
Ingressos: Grátis

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PROGRAMAÇÂO

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18h: Filme-Documentário
Abdias Nascimento: Memória Negra (Antonio Olavo)


20h: Poesia
Apresentação: Nelson Maca e Negra Íris.
Participação: Lucinha Black Power, Luiza Gata, Lázaro Erê & Rone Dundun (Opanijé)
Convidados: Hamilton Borges Walê (BA) e Akins Kintê (SP)

- DJ Joe toca Ilê Aiyê.

*Microfone aberto aos poetas da platéia

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:: CONVIDADOS



AKINS KINTÊ

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Akins Kintên nasceu na Zona Norte de São Paulo. É integrante do grupo de rap Patota D’ Firmino. Ao lado do poeta Cuti Silva, participou da peça teatral Negroesia, direção de Beta Nunes. Integrou as antologias Revista Grap, Negroesia e Sarau Elo da Corrente: Prosa e Poesia Periférica. Lançou o livro de poemas Punga em parceria com Elizandra Souza. Com Allan da Rosa e Matheus Subverso fez o documentário Vaguei os livros, me sujei com a m... toda, que aborda o conflito da negritude na literatura brasileira.


HAMILTON BORGES WALÊ

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Hamilton Borges Walê, antes de tudo, é o grande miliante do Movimento Nergro Brasileiro. Além de ativista e ator, é boxer aprendiz. Atua no Movimento Reaja ou Será Morto Reaja ou Será Morta, que luta contra o extermínio do povo negro e por uma nova segurança pública. Como ator, além da carreira teatral, atuou em filmes como Uma onda no ar. Tem estado presente em diversas atividades do Blackitude, onde, por exemplo, declama poesias combativas.


:: ANFITRIÕES


NELSON MACA

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Articulador do Coletivo Blackitude: Vozes Negras da Bahia, é poeta e professor de Literatura Brasileira da UCSal. Tem previsto, para 2010, o lançamento de seu primeiro livro de poemas: Gramática da Ira e também de um cd de poemas que contará com participações do rapper GOG (Brasília), do poeta Sergio Vaz (São Paulo), da atriz Vera Lopes (Porto Alegre) e do percussionista Jorjão Bafafé (Bloco Afro Okanbi)_que assina as percussões do disco, entre outros.

NEGRA ÍRIS

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Componente do coletivo Blackitude, é cantora do grupo de rap RBF – Rapaziada da Baixa Fria, do Cabula. Vencedor de edital de cultura digital da SECULT/2008, o grupo lança até o final do ano “Reação Sankofa” - um conjunto de faixas disponibilizadas gratuitamente na internet. Estudante de Artes Plásticas na UFBA, também atua com arte-educadora. Como cantora e declamadora, forma parceria com Nelson Maca...

DJ JOE

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Morador do Cabula, DJ Joe é um dos principais articuladores do coletivo Blackitude. Ex-integrante do grupo RBF – Rapaziada da Baixa Fria, tem desenvolvido projetos em sua comunidade, envolvendo os quarto elementos da cultura hip hop, assumindo pessoalmente o comando dos pick ups. Atua como dj residente dos eventos e parcerias da Blackitude.,


PARCERIA

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Sankofa African Bar

Bebidas e comidas; música de qualidade com programação diversificada, filmes, clipes e documentário retratando o continente africano. Tudo isso acontece no Sankofa African Bar e Restaurante. Continente de grande diversidade cultural, a África é fortemente ligada à cultura brasileira. Comandado pelo DJ ganense Sankofa, o espaço quer partilhar com os baianos um pouco dessa cultura envolvente. Sankofa é um símbolo gráfico de origem Akan, tribo da África ocidental, sobretudo de Gana e Costa do Marfim. A palavra tem uma conotação simbólica no sentido da recuperação e valorização das referências culturais africanas. Sankofa significa “nunca é tarde para voltar e apanhar aquilo que ficou atrás”, ou seja, voltar às suas raízes e construir sobre elas, o progresso e a prosperidade.

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Para ver o Sarau Bem Black no prra Soterópolis:


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Sarau Bem Black no Programa Soteropolis

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Sarau Bem Black nas Telas da TVE


Salve Parceiros,


no da 20 de novembro, o programa Soterópolis - da TVE BA - exibiu uma reportagem sobre o "Sarau Bem Black - Palavras Faladas" do Blackitude. Gostei do resultado! Os responsáveis pela reportagem foram bastante cuidadosos com tudo. Acho que a matéria dá uma mostra concreta do que temos feito lá no Sankofa African Bar!

E no dia 25 - semana que vem - tem Sarau Bem Black no Pelourinho!

Apareçam!!!


Nelson Maca
Exu Encruzilhador de Caminhos Consequentes


Segue ligue aí ni link:


Programa Soterópolis - TVE (BA) - 20.11.2009

http://www.irdeb.ba.gov.br/tve/catalogo/media/view/185


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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A hora e vez do CabelAfro!

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Tributo aos Cabelos, Pret@s


Filmes - Palestras - Debates -
Recital - Música
Instalações Atísticas


+ Apresentação de pesquisas sobre gênero
desenvolvidas no Campus II da UNEB - Alagoinhas.



No dia 19 de novembro, no Campus II da Uneb - Alagoinhas, estaremos realizando o evento Tributo aos Cabelos, Pret@s; uma homenagem aos nossos cabelos, pretas e pretos. Cabelos de outras cores e perfomances estão convidados a assistir a debates, ouvir música e poesia, conhecer o trabalho de Fela Kuti, a prosa de Fábio Mandingo, encontrar a galera do rap, do break, curtit um baile black. Enfim, estar com a gente.

É dia 19.

Estamos integrados às homenagens a Fela Kuti, que ocorrem desde outubro e também à Campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres

(DIVULGAÇÃO)


Para visitar o Blog do evento:

http://teafro.blogspot.com/

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O Silvio vocês já conhecem, né?


Parceiro de longa data; Irmão por livre escolha. Sempre colamos com ele, eu e a Blackitude, lá em Alagpinhas. E ele sempre cola com nós em Salvador, onde, aliás, reside de fato. Mas bem antes disso já havíamos nos reencontrado por aqui na Bahia Preta...

Sim, como vocês podem bem ler, aí - em cima, ainda celebramos o Fela Day. E vai continuar, pois não podemos mais cair nas delimitações de simplesmente comemorar o dia disso e/ou daquilo... Estamos curtindo nossas virtudes e amigos e combatendo nossos vícios e inimigos diariamente.

Esse seminário-espetáculo sobre nossos cabelos é de uma urgência urgente, Negrozzz.

Sempre falei e continuo falando que, antes de mais nada, precisamos afirmar nosso corpos pretos e suas especificidades divergentes dos modelos "imperiais".

Portar um blackão na cabeça e um sorriso aberto nos lábios grossos já é uma batalha vencida contra o assimilacionismo eur0-cêntrico.

Tamo junto, Silvio!

Nelson Maca - Blackitude.Ba


FICHA
Evento: Tributo aos Cabelos, Pret@s
Local: UNEB - Campus 2 - Alagoinhas
Data: 19 de novembro
Contato e detalhes: http://www.teafro.blogspot.com/

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Na Subida da Serra da Barriga

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Na Serra da Barriga

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O GOG está em turnê pelo nordeste
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Na quarta-feira última, seu telefonema me acordou cedo. Caramba, ele tava subindo a Serra da Barriga; e ele se lembrou de mim.

Foi um dos telefonemas mais loucos que já recebi. O Irmão estava profundamente emocionado. Eu, do lado de cá do fio, senti o baque no meu Reator que anda meio frouxo ultimamente.

A minha Admiração, Respeito e Amizade pelo GOG só cresce a cada dia.

Ele é mais um grande Irmão que o Hip Hop me deu. Só tenho a agradecer a esse movimento por ter me colocado tantos Exus deste quilate em minhas encruzilhadas.

Hip Hop, obrigado por existir e me deixar pongar em ti!

GOG,
Sempre Juntos,
Irmão!

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Na subida


Recebi o telefonema do amigo
Dizendo que tava subindo
A Serra da Barriga e
Na subida
Lembrou de mim!

Revelou-me
Ía vendo
A mata
O tempo
O vento


O coração batucando
Atento
Quase tocando
o passo
Quase pisando
No encalço
O calcanhar
De Zumbi!

E eu
Aqui
Nesta Grécia caída
Nesta Roma falida
Disse foi daí
Que eu vim

Dessa África
Querida
Dessa União
Aguerrida
Das feridas
Que venci


Por essas ladeiras inteiras
Pelas sombras das palmeiras
Eu sei
Outrora
Também
Subi

Ele disse
Vai vendo...

O abre-alas lá longe dizendo:
- Agora espero por ti!

Meu amigo
Serra adentro
Bem sabe
Há muito tempo
Em verdade
Escrevemos o que lemos
Aqui!

Agora recordo
Em detalhes

A subida da barriga
Da luta que nunca esqueci!



Nelson Maca

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On the Road Again!

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A Cooperifa volta a Santa Catarina


É muito lindo acompanhar do que é capaz a poesia quando conduzida com simplicidade e verdade. Tenho acompanhado muita coisa da Cooperifa, inclusive particpado de algumas, mas esses rolês são verdadeiramente invejáveis (se é que podens chamar de inveja um sentimento positivo e construtivo com sinto agora).

É muito louco tudo, não dá para explicar...

Acompanhe tudo você mesmo pelo blog Colecionador de Pedras do Irmão Sérgio Vaz! O link é http://www.colecionadordepedras.blogspot.com/

A saga começa assim:

"Povo lindo, povo inteligente,

como poesia pouca é bobagem nesta semana começa a segunda parte do Projeto VIAPOESIA do SESC Santa Catarina, e durante esta semana vamos divulgar nosso trabalho aqui no sul, que começou em agosto, só que agora comigo estão os poetas Márcio Batista, Lu Souza e Preto Will que terão a missão de representar o sarau da Cooperifa.

Aos poucos vou passando um pouco da caminhada, desta busca por novas experiências e o aprendizado constante que a poesia tem nos levado. Mó responsa.

Se você é do sul, se ligue na programação.

Cidades:

Chapecó
- segunda-feira 20hs - Teatro SESC Chapecó
São Miguel - terça-feira 20hs - Auditório do Colégio São Miguel
Xanxerê - quarta-feira 20 hs - Auditório do Costa e Silva
Concórdia - quinta-feira 20hs - Tulipa Bar
Rio do Sul - sexta-feira 19hs30 - Colégio dalfovo
Lages - sábado 20hs - teatro SESC Lages
Brusque - domingo 18hs30 - Hall do Colégio Energia
Florianópolis - segunda-feira (horário a confirmar) - teatro SESC Prainha"



(Sérgio Vaz / Bog Colecionador de Pedras)

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Boletim do Kaos; direto de dentro da Rua!

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Já tá na Rua o Boletim do Kaos - n.8/nov.




Loco, hein, Nego!
Logo completa um ano, né Nega!?


O lançamento oficial é daqui a pouco, lá no Sarau da Cooperifa,
né Maquinista?

Parabéns Buzo e Alexandre de Maio... e que venham muitos mais...

Nelson Maca - Blackitude.Ba

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Sarau Bem Black: Já é!!

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Quarta - 11/11 - é dia de

Sarau Bem Black!!



18:30 - Filme: "Povo lindo, povo inteligente"


*Documentário sobre o Sarau da Cooperifa - SP


20:00 - Poesia - Sarau Bem Black

Apresentação: Nelson Maca e Negra Íris
Participação: Lucinha Black Power, Luiza Gata,
Lázaro Erê & Rone Dundum (Opanijé)
*Microfone aberto para a plateia: Poetas e leitores


Intervenções: Dj Joe toca Alpha Blondy

Local: Sankofa African Bar - Pelourinho
*Ao lado do Rest. da Dadá e da Casa do Olodum



Realização; Blackitude: Vozes Negras da Bahia

Parceria: Sankofa African Bar

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Entrevista com Carlos Moore


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"Me siento afortunado de haber vivido"

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Carlos Moore
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el investigador que luchó
contra la manipulación racial del castrismo.


Por: Miguel Cabrera Peña, Santiago de Chile 05/11/2009


El Dr. Carlos Moore es un académico e investigador cubano que sufrió desde temprano el acoso del régimen de La Habana. Su caso es una muy singular expresión de identidad. Se acerca acaso a lo que Néstor García Canclini conceptualiza como cultura híbrida. Cuba, Norteamérica, varias islas de las Antillas, Francia y países africanos marcan sin duda su pasado y su ser actual, sin olvidar la lengua que heredó de España. No sólo la cultura de Moore es múltiple, sino que se cohesiona precisamente en su heterogeneidad, en sus espacios obligatoriamente fronterizos.

En un principio, la siguiente entrevista se dedicaría a la solidaridad que se está generando entre los afrobrasileños hacia los negros hostigados por el poder racial y político en Cuba. Pero la biografía del exiliado fue ganando en el diálogo espacios primordiales. Si su exilio enseña pasos usuales de tal condición, también muestra caminos no frecuentemente transitados.

Quizá Freud debió sumar el definir —o por lo menos intentarlo— como otra de las pulsiones humanas. Dueño de una cultura libresca que conjuga con aquella que le hierve debajo de la piel, el activista, académico y escritor Carlos Moore se hace y rehace en la lucha por poner un poco más de justicia en el presente, aunque sin percatarse acaso de que esto será, en cualquier instancia, un esfuerzo para acercar el futuro y poner allí una llama que entibie a aquellos que todavía no han abierto al mundo los ojos asombrados.

MCP - En varias fotos usted aparece cerca de Fidel Castro, y podría pensarse que tuvo lugar una aproximación que fue más allá del encuentro efímero…

CM - La verdad es que yo nunca tuve cercanía con Fidel Castro, y si la hubiera tenido no me avergonzaría de ello. Media una distancia muy grande entre nuestras respectivas edades y yo ni siquiera pertenecí al Movimiento 26 de Julio. Sólo colaboré con ese movimiento en Nueva York, cuando adolescente. Fue en esas circunstancias que, cuando el vino para dirigirse a la Asamblea General de la ONU, en septiembre de 1960, tuve la oportunidad de conocerlo por primera vez. Eso fue en el Hotel Teresa, en Harlem —donde él y su séquito se hospedaron— durante una recepción en su honor. Yo era un don nadie, ferviente adepto de la causa que él capitaneaba. Él era el gran dirigente de la Revolución que yo admiraba.

La segunda vez que lo vi, fue en medio de la calle, en La Habana, y aproveché para decirle que no concordaba con lo que él decía, que el racismo había desaparecido en Cuba. Fui a parar ante el Comandante Ramiro Valdés; firmé una "confesión" negando que hubiera racismo en Cuba, y se me envió a un campo de trabajo en Camaguey. Fue en esa ocasión en que, para mi, terminó la luna de miel con el régimen.

MCP - Si lo invitara a un balance autobiográfico, dónde situaría a África, la tierra ancestral de gran porción de los cubanos.

CM - Rompí con el régimen cubano en 1963, refugiándome precisamente en una embajada de un país africano (Guinea). Mi desafección vino por la manera en que el gobierno revolucionario estaba manipulando la cuestión racial, mientras mantenía intacto todo aquel edificio racializado y monopolístico que heredó. O sea, que, en ese renglón, pese a los muchos logros sociales obtenidos, se mantuvo una continuidad cómoda con la Cuba anterior a la Revolución.

Comprendí que la minoría blanca que arribó al poder, en nombre del marxismo, no tenía una mentalidad diferente sobre la cuestión racial que la minoría racial que la precedió. Rompí y me marché a África, porque me sentía más cercano a ese continente —sean cuales sean sus problemas internos— que a España. Yo no soy español; soy afrocubano y me identifico emocional, política y culturalmente con las culturas y los pueblos de ese continente. Comprendo perfectamente que los hispano-cubanos difieran.

MCP - Académico por muchos años en varias universidades, ¿podría usted decir cómo conjugó esta vida, que se suele imaginar apacible, con el activismo antirracista? Sin olvidar que su libro Castro, The Blacks, and Africa constituyó la primera profundización en un tema también fundamental de la historia reciente de Cuba, elogiado por intelectuales como Alex Haley, el autor de Roots, y criticado por otros.

CM - Soy "gramsciano" en el sentido de considerar que el intelectual debe ser, efectivamente, "orgánico"; aquel que combina acción social y reflexión critica. Esa es la visión que más se aviene con mi personalidad y formación académica. Me formé en Francia, donde los profesores suelen tener intensas vidas políticas, y donde hay desprecio por el académico burocrático que sólo piensa en hacer carrera. Soy un investigador nato y creo que mi función es ayudar a resolver los problemas de la sociedad, no proteger los intereses de las elites dominantes. Me gusta ser criticado; por lo menos indica que incomoda lo que digo, y eso siempre es bueno.

MCP - Tengo entendido que usted visitó Cuba hace relativamente pocos años. ¿Cómo se produjo aquella visita y cuál fue la impresión de un país del que estuvo separado por largo tiempo?

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CM - Cuando el régimen se vio en aprietos, tras el desplome de la URSS, se autorizó mi regreso a Cuba, después de 34 años de hostigamiento y prohibición oficial de entrada. Volví en el verano de 1997 para encontrarme con una realidad dolorosa: cubanos que ya no creían en nada, o aquellos que seguían creyendo en las más absurdas mentiras del gobierno; prostitución, corrupción y degradación moral y social. Y, además, había hambre.

Pero también encontré orgullo y añoranza por aquella primera etapa de la Revolución, donde se soñó con una nueva sociedad, libre y democrática. Me encontré con un país totalitario y cerrado, donde la nomenclatura dirigente parecía vivir en Marte. Y me encontré con un racismo y con prácticas de discriminación racial tan obvias y chocantes, que me sorprendieron.

MCP - ¿Pudo conversar con Walterio Carbonell, el autor de Crítica: cómo surgió la cultura nacional?

CM - Walterio fue mi mentor en los primeros años de la Revolución; fue mi amigo y mi aliado político. Nos queríamos mucho. Por eso, apenas puse los pies en la Isla, lo procuré. El espectáculo que presencié al verlo me llenó de dolor, horror y rabia. Lo habían destruido síquicamente en los manicomios donde fue internado después de haber resistido por años, indómito, en los campos de la UMAP (Unidades Militares de Ayuda a la Producción). Verlo así, destruido, desorientado, incoherente, me partió el alma. El pueblo de Cuba nunca lo olvidará. Un día se le celebrará como uno de nuestros más audaces pensadores.

MCP - Usted viaja constantemente como parte de su trabajo académico, pero Brasil ocupa desde hace tiempo un lugar especial. He sabido, además, que se está levantando allá un movimiento de solidaridad con los disidentes cubanos, y en particular con los de raza negra…

CM - Brasil es un país cuya población negra se acerca al 55% y, en ese sentido, guarda semejanza sociológica e histórica con Cuba. Pero, además, la población afro-brasileña se parece mucha a la de Cuba: iguales tradiciones religiosas (candomble); parecidos hábitos culinarios; el mismo optimismo social, pese a la gran miseria que reina en ese país; y la misma capacidad para resistir la aplanadora llamada occidentalización. En Brasil me siento como si estuviera en Cuba. Mi vinculación con los movimientos sociales negros de allá es profunda. Y, efectivamente, ahí se está desarrollando un amplio movimiento de apoyo al Dr. Darsi Ferrer y a la causa que él tan dignamente representa. La carta del profesor y ex senador federal, Abdia do Nascimento, es una prueba irrefutable.

MCP - ¿Comienzan en 1999 sus vínculos con el movimiento negro brasileño?

CM - Mis relaciones con el Movimiento Negro del Brasil surgieron, concretamente, con un encuentro que sostuve precisamente con Abdias do Nascimento, en La Habana, en el año de 1961. Él estaba de visita en Cuba y yo acababa de volver al país desde Estados Unidos, para integrarme totalmente a la Revolución. En aquella ocasión, él me hizo descubrir la dimensión latinoamericana del racismo, y con énfasis en Brasil. O sea, que a partir de ahí yo nunca tuve la menor ilusión al respecto.

Más adelante, cuando vivía ya exiliado en Senegal, vino a visitarme la otra dirigente histórica del movimiento negro brasileño —Lélia González, mujer carismática, brillante y generosa. Amaba mucho a Brasil, la música, la comida, la manera de ser de la gente, pero yo tenía prohibida la entrada en Brasil por causa del régimen militar. Brasil, junto con Haití, son los países en este hemisferio con los que más me identifico.

Por fin, en 1999, tras un accidente que por poco me cuesta la vida, decidí renunciar a mi cargo en la Universidad del Caribe y mudarme para Brasil, donde ya tenía muchísimos amigos. Nunca lamentaré esa decisión que me permitió terminar mi autobiografía y regresar a lo que más me gusta: la investigación etnológica. Mis vínculos con el Movimiento Negro de Brasil son estrechísimos.

MCP - En la actualidad, además de escribir (lo sé por su libro O racismo a través da historia: Da antiguedade à Modernidade [2007]), ¿cuáles son sus actividades fundamentales en el gigante sudamericano?

CM - Cuando el presidente Lula llegó al poder en 2003, dictó una ley que obliga a todas las instituciones educativas a enseñar la historia de África, de los pueblos de origen africano, y, de modo general, analizar la manera en que se pueda combatir el racismo. No hay otra ley como esa en todo este hemisferio. No es perfecta, pero es un inicio.

Mis actividades consisten en obrar a favor de su implementación, realizando workshops con los profesores y conduciendo seminarios para estudiantes. O sea, que me paso el tiempo dictando conferencias en las universidades y trabajando con los movimientos negros brasileños. El tiempo restante, me lo paso escribiendo los libros que aún están en mi cabeza. Mi recién publicado Pichón: raza y revolución en Cuba, es el primer libro de una trilogía autobiográfica.

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MCP - Por una extraña coincidencia, a un activista y exiliado se le suele preguntar por sus momentos más dolorosos, por sus añoranzas… Yo le pregunto por su momento más intenso, más feliz.

CM - ¿El momento más intenso y feliz de mi vida? Sin ninguna duda, fue el período de 1974 a 1980, cuando viví en África. En Nigeria primero y después en Senegal. Allí me vinculé estrechamente con el científico Cheikh Anta Diop, gran amigo, aliado y mentor. Creo que fue él quien más impacto mi vida intelectual. Pero aquel que me abrió de par en par las puertas a la vida, a la música y al disfrute de las cosas sencillas, fue indudablemente mi amigo, Fela Kuti, el mayor y más irreverente rebelde de África. Me fascinó a tal punto que terminé escribiendo su biografía, This Bitch of a Life (Esta Puta Vida), que acaba de ser reeditada en Estados Unidos en 2009.

África fue el punto culminante de mi vida, el ápice de la felicidad. Allí vi crecer a mi hijo, hablando el Wolof, la lengua dominante de Senegal; jugando en las calles, feliz, como cualquier otro muchachito africano. Todo ese período de mi exilio, en Francia y en África, lo pasé al lado de mi primera esposa —negra estadounidense— ¡una tremenda mujer! Pero después de 18 años juntos, el peso del exilio, etcétera, derrumbó nuestro matrimonio. Me fui a vivir a Guadalupe y, diez años después, me volví a casar; esta vez con una guadalupeña.

En los dos matrimonies tuve suerte, puesto que me casé con mujeres muy generosas, inteligentes e íntegras. Sin ellas, dudo que hubiera podido sobrevivir a la prueba a la que me sometió el régimen cubano. Con mi primera esposa tuve mi único hijo biológico. Mi segunda compañera ya tenía dos hijitos pequeños, que yo ayude a criar. Y luego, al mudarme para Brasil, adopté a una brasileña de familia paupérrima, que vivía en una favela pero quería estudiar. Chico, yo hice con ella exactamente lo que se hizo conmigo; le di una oportunidad. Hoy, es estudiante de Sociología en la universidad.

MCP - Para muchos es un asunto de lealtad afirmar que les gustaría vivir sus últimos años en Cuba. ¿Sucede lo mismo con Carlos Moore?


CM
- No particularmente. Me siento bien dondequiera que esté. Los escudos e himnos, las banderas, ni me conmueven ni me interesan. Y lucho por abolir las fronteras entre países y todas aquellas que separen a los seres humanos. Las personas son básicamente las mismas en todas partes, y los problemas también. En Brasil, lucho por, y contra, las mismas cosas que luché en Cuba.

Claro que me gustaría vivir algunos años más para producir un poquito más, pero eso no es tan importante. Morir hoy o mañana, ya sea en Cuba, Jamaica, África o Brasil, no me parece lo más importante. Siento que, fundamentalmente, ya di mi contribución, y no sólo en términos del país en que nací, sino en todos aquellos países en que me tocó vivir. Me siento muy afortunado de haber vivido.

Fonte:
© cubaencuentro.com
Carlos Moore. (drcarlosmoore.com)


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Li esta esclarecedora entrevista com meu Mestre querido, Carlos Moore, e gostaria de compartilhar com vocês, pois ela traz, efetivamente, uma face muito humana deste grande ativista que a vida cuidou de aproximar de nossa casa, trazendo mais qualidade à vida de minha grande família.

*A foto de Carlos Moore é do grafiteiro Neuro - feita para o Zine NaLata - Especial James Brown em 2007

Nelson Maca
Exu Encruzilhador de Caminhos Consequentes

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

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Sarau Bem Black volta a agitar Pelourinho

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Recital poético celebra o mês da consciência negra nas quartas de novembro no Sankofa African Bar


Depois de uma etapa experimental, o Sarau Bem Black – Palavras Faladas da Blackitude retoma atividades nesta quarta-feira (04/11), no Sankofa African Bar (Pelourinho). E volta com o mesmo espírito, abrindo espaço para divulgação da poesia divergente, feita e consumida fora dos ambientes dos saraus tradicionais, e flertando com outras vertentes da arte negra como a música, o teatro e o cinema. Em novembro, o evento junta-se à programação da cidade que celebra o Mês da Consciência Negra.

Realizado pelo Coletivo Blackitude – Vozes Negras da Bahia, o Sarau Bem Black é apresentado pelo poeta e professor de literatura Nelson Maca, em dueto com a cantora Negra Íris, do grupo RBF – Rapaziada da Baixa Fria. Antes, durante e após as apresentações, o DJ residente Joe comanda o diálogo musical com artistas da black music nacional e internacional. Nesta edição, o homenageado é o cantor e compositor Gilberto Gil.

A programação começa às 18h, com a exibição do documentário A negação do Brasil, de Joel Zito Araújo, sobre a presença negra nas telenovelas brasileiras. Em clima descontraído, o Sarau prossegue com muita poesia, colagens musicais e participações dos rappers Lázaro Erê e Rone Dundun, da banda Opanijé, que sempre abrem o recital com uma saudação a Exu, seguido do momento denominado Erês com as poetas mirins Luiza Gata e Lucinha Black Power, e do cantor Robson Véio (Lumpen). A segunda parte é reservada para os poetas da platéia, que se inscrevem e recitam poemas seus ou dos autores favoritos. Nas quatro edições iniciais - entre setembro e outubro – foi um dos momentos mais aguardados e revelou boas surpresas.

Inspirado do Sarau da Cooperifa – que há sete anos reúne centenas de pessoas, todas as quartas, na periferia paulistana – o Sarau Bem Black já contou com participações especiais como o rapper GOG (Brasília) e os baianos José Carlos Limeira, Jocélia Fonseca, Landê Onawlê, Hamilton Borges, Iara Nascimento e Giovane Sobrevivente. Os próximos encontros serão nos dias 11 e 25 de novembro. No dia 18 está programada uma edição especial na UNEB – Cabula.

Outras informações e programação completa no blog saraubemblack.blogspot.com.


SERVIÇO


Evento: Sarau Bem Black – Palavras Faladas da Blackitude
Quando: quartas-feiras (04/11, 30/09, 07/10 e 14/10), 20h30
Onde: Sankofa African Bar (Rua Frei Vicente, 7, Pelourinho)
Ingressos: Grátis


PROGRAMAÇÂO

18h: Documentário
A negação do Brasil (Joel Zito Araújo)

20h: Poesia: Nelson Maca e Negra Íris.
Participação: Lucinha Black Power, Luiza Gata, Lázaro Erê, Rone Dundun e Robson Véio

21h: Microfones abertos aos poetas da platéia

22h: DJ Joe toca Gilberto Gil

*Haverá distribuição gratuita do Jornal Boeltim do Kaos n.7, mês de outubro



ANFITRIÕES


NELSON MACA

Articulador do Coletivo Blackitude: Vozes Negras da Bahia, é poeta e professor de Literatura Brasileira da UCSal. Tem previsto, para novembro de 2009, o lançamento de seu primeiro livro de poemas: Gramática da Ira. Está em processo de gravação de um cd de poesia com lançamento previsto para 2010, que contará com participações do rapper GOG (Brasília), do poeta Sergio Vaz (São Paulo), da atriz Vera Lopes (Porto Alegre) e do percussionista Jorjão Bafafé (Bloco Afro Okanbi)_ que assina as percussões do disco, entre outros.

NEGRA ÍRIS

Componente do coletivo Blackitude, é cantora do grupo de rap RBF – Rapaziada da Baixa Fria, do Cabula. Vencedor de edital de cultura digital da SECULT-BA-2008, o grupo lança em novembro próximo “Reação Sankofa” - um conjunto de faixas disponibilizadas gratuitamente na internet. Negra Íris é estudante do curso de Artes Plásticas da UFBA e atua com arte-educadora. Como cantora e declamadora, forma parceria com Nelson Maca em recitais e também no cd a ser lançado em 2010.

DJ JOE

Morador do Cabula, DJ Joe é um dos principais articuladores do coletivo Blackitude. Ex-integrante do grupo RBF – Rapaziada da Baixa Fria, tem desenvolvido projetos em sua comunidade, envolvendo os quarto elementos da cultura hip hop, assumindo pessoalmente o comando dos pick ups. Atua como dj residente dos eventos e parcerias da Blackitude,

SANKOFA AFRICAN BAR

Bebidas e comidas; música de qualidade com programação diversificada, filmes, clipes e documentário retratando o continente africano. Tudo isso acontece no Sankofa African Bar e Restaurante. Continente de grande diversidade cultural, a África é fortemente ligada à cultura brasileira. Comandado pelo DJ ganense Sankofa, o espaço quer partilhar com os baianos um pouco dessa cultura envolvente. Sankofa é um símbolo gráfico de origem Akan, tribo da África ocidental, sobretudo de Gana e Costa do Marfim. A palavra tem uma conotação simbólica no sentido da recuperação e valorização das referências culturais africanas. Sankofa significa “nunca é tarde para voltar e apanhar aquilo que ficou atrás”, ou seja, voltar às suas raízes e construir sobre elas, o progresso e a prosperidade.

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Brasília vai ficar Preta!

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Festival Cara e Cultura Negra

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Nesta quarta-feira, 04 de novembro, o Teatro Nacional Claudio Santoro receberá mais uma vez o Festival de Cultura Afro Brasileira Cara e Cultura Negra.

Em sua V edição, Cara e Cultura Negra incorporou de vez sua característica de itinerância. Com as exposições e palestras realizadas em diversas escolas do Distrito Federal ao longo do segundo semestre de 2009, o festival ganhou mais corpo como programa de ações anuais e agora chega ao Teatro Nacional Claudio Santoro com a exposição NOS CAMINHOS DE ZUMBI, totalmente aberta ao público.

Mas não é só exposição. Quem conhece o festival sabe bem: fotografia, vídeos, multimídia, teatro, dança, música e capacitação.

Na quarta-feira, 04/11, a abertura das apresentações culturais ficará por conta do Bando de Teatro Olodum, diretamente da Bahia.

No dia 05 começa o Fórum Nacional Conexões AFRICABRASIL que trará importantes discussões como Ações Afirmativas, Políticas Culturais e Saúde da População Negra, com a participação de Nei Lopes (RJ), Nelson Maca (BA), Gabriel Omar Alvarez (apresentando o estudo Tradições Negras, Políticas Brancas), o rapper GOG, Murilo Chaves (Unb), Lia Maria e Mãe Baiana, entre outros.

Dia 20 o encerramento será na Praça Zumbi dos Palmares com apresentações musicais de Ellen Oléria, Luciana Oliveira, Pegada Black e Sandra de Sá.

Toda a programação do Festival Cara e Cultura Negra é gratuita.

Para assistir ao espetáculo Áfricas do Bando de Teatro Olodum, basta retirar, gratuitamente, os ingressos na bilheteria do Teatro Nacional Claudio Santoro no dia 03 de novembro das 12h às 20h e, no dia 04, das 12h às 17h. Ingressos limitados! A apresentação será às 21h na Sala Villa Lobos.

Mais informações: Jaqueline Fernandes
caraeculturanegra@gmail.com
grioproducoes@gmail.com
61- 8571 453161-7814 2907
ID Nextel: 103728*2

Griô Produções
valores que agregam produção
http://www.grio.art.br/

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Nelson Maca + GOG = Confederação do Nagôs

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Participo do Festival Cara e Cultura Negra em Brasília esta semana.

Depois de estar com Sérgio Vaz e Alessandro Buzo na II Mostra Cultural da Cooperifa em São Paulo no mês passado, chega a hora de sentar - lado a lado com o Irmão GOG - numa mesa sobre políticas culturais no DF. A corrente se solidifica a cada dia... e amplia, pois o contato com o Guti Fraga, do Nós do Morro - Rio de Janeitro, por exemplo segue por este mesmo caminho de solidariedade crítica. Já estamos trançando os projetos! Entre tantos outros...

Lá na capital federal, Vai ser bacana, eu sei, pois quem me chamou foi a Jaqueline da Griot Produções, e isso já me deixa aliviado quanto a pegada do evento. É uma honra esse reconhecimento que a Blackitude vem recebendo para além das cercanias da Bahia Preta. Espero merecer esse reconhecimento ao nosso trampo e representar por lá a Bahia que nos cabe.

Nelson Maca - Blackitude.Ba
Exu Encruzilhador de Caminhos Consequentes

Foto 1: Meu amigo Jorge Washington em apresentação de Áfricas do Bando de Teatro Olodum
Foto2: Eu e GOG em debate promovido pela Blackitude em Savador - na Zauber.

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sábado, 31 de outubro de 2009

LAA - Liga Africana Atual

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BlacKitude e Os Novos Camaradas


Éllen Oléria - Brasília

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Éllen Oléria é cantora, compositora e instrumentista. Dona de uma voz marcante e uma musicalidade que passeia entre vertentes da black music e da música popular brasileira. Atriz, com formação superior em Teatro, é apontada como um dos expoentes do cenário musical brasiliense. Com sorrisão aberto e presença singular de palco, Ellen Oléria esbanja suingue em sua voz e violão. Em paralelo, tem atuado com nomes importantes da cena musical de Brasília, como o rapper GOG, com o qual tem participado de shows e gravou o DVD Cartão Postão Bomba (2007), ao lado de artistas como Gérson King Combo, Lenine e Paulo Diniz. Nos shows, misturam funk, samba, e poesia nas letras e melodias próprias.

myspace.com/ellenoleria.
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Peça


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Peça
foi gravado no segundo semestre de 2008. Traz treze canções, doze assinadas por ela. Músicas como Posso perguntar?, Testando, Só pra contar e Mandala, nas quais busca refletir sua realidade. "Canto o universo de uma negra, lésbica, criada no Chaparral, região entre Taguatinga e Ceilândia", afirma. Sua composição mais conhecida é justamente Senzala, que tem como subtítulo Feira da Ceilândia, famoso ponto de vendas e encontros de Brasília. As canções vêm embaladas na mistura do soul com MPB e funk, além do flerte com o jazz.

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Wesley Nóog - São Paulo

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Wesley Nóog
, nascido no bairro da Bela Vista, em São Paulo, é lembrado como um cantor que apresenta voz marcante, um escritor de letras sofisticadas e um compositor de swing efetivo. Ele representa, e bem, a nova geração do samba-soul. Mistura funk, soul e samba em suas criações e interpretações com grande desenvoltura. Também desenvolve trabalhos com a Cooperifa. Criou seu primeiro grupo, o Swing e Cia, juntamente com Renato Dias, em 1993, misturando samba, rap e soul. Em 1998, funda seu novo grupo, o Estação Fankalha. Foi com este que lançou seu primeiro álbum em 2001. Entre suas composições mais populares estão “Soul Assim", "Nega Neguinha" e "Meu Batuque", também disponíveis no myspace juntamente com clipes e notícias de sua trajetória artista.
www.myspace.com/wesleynoog
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Mameluco Afro Brasileiro


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Mameluco Afro Brasileiro
é o primeiro trabalho solo de Wesley Nóog. Promovendo um diálogo entre Funk, Soul e Samba, Nóog aborda em suas poesias a vida e a formação do povo brasileiro. Todas as músicas são inéditas e de composição própria do artista. O Studio SP foi o espaço que abrigou o show de lançamento do disco, em novembro de 2008. Depois vieram apresentações na Mostra Cultural da Cooperifa,no SESC Pompéia e na Praça Victor Civita, do Instituto Abril. A Esquina da MPB, espaço do Bar Brahma que abre as portas a novos nomes da música brasileira, e a Zahi Club, antigo Blen Blen,também realizaram uma temporada do cantor. Além das músicas de autoria própria o show faz homenagem a grandes nomes da música brasileira, como Tim Maia, Adoniran Barbosa e Oswaldo Melodia.

É possível fazer o download gratuito do álbum completo no site
http://www.mudacultural.com.br/

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Confederação do Nagôs

Tive a honra de conhecer e me aproximar desses dois artistas sensacionais. Do Wesley, através do Sérgio Vaz e da Cooperifa; da Éllen, através do GOG e da Só Balanço. Muita qualidade humana e estética tem chegado em minha vida e na da Blackitude através desses dois Irmãos ao lado. Sempre que posso, divido tudo com a Bahia Preta que gosto, respeito e circulo.

Sobre esse dois artistas - pretos, talentosos e conscientes do nosso ativismo - não tenha dúvida, muitas águas vão rolar em nossa aldeia! E não demora... E não será chuva de verão!

Quem vir ver, verá!

"A Vibração da Blackitude é Positiva!"

- Laroye!!

Nelson Maca
Exu Encruzilhador de Caminhos Consequentes
Em Guerra Preta Estratégia Quilombola

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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

É permitido sorrir!

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Sarau Bem Black

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o retorno

Depois do rolê na Nave-Mãe
Cooperifa
estamos de volta ainda mais inspirados para o nosso
Sarau Bem Black

Continua sendo no
Sankofa African Bar
Pelourinho

Sempre às Quartas-feiras
(04, 11 e 25 de novembro)

A partir das 18h - Filmes
A patir das 20h - Poesia
Microfone aberto ao público

Depois : Dj J.O.E

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A.N.: Um Homem Incorruptível

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Mestre Abdias Nascimento
escreve Carta Aberta em favor do

Doutor Darsi Ferrer

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Abdias Nacimento,
nosso Mestre incansável, lança carta aberta aos Presidentes Luis Ináco Lula da Silva e Raul Castro Rus, intercedendo em nome do Doutor Darsi Ferrer, médico e ativista negro preso injustamente pelo regime cubano.

Mais uma vez, Abdias dá mostra de sua resistência e insubmissão.

Sim, Negros e Negras, é muito importante podermos escolher, por nós e para nós mesmos, nossas referências, nossos "heróis ao lado"!

Entre também nesta corrente!
"Não fique parado dentro de teu Povo em Movimento!!

Para participar do abaixo-assinado em favor do Dr Ferrer:

http://www.petitiononline.com/ferrermn/petition.html

Quem se sentir também ofendido com o destrato ao nosso Irmão Darsi Ferrer, favor repassar esse link para suas listas, para nossa manifestação ganhar peso humano e densidade política.


Nelson Maca
Blackitude: Vozes Negras da Bahia

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CARTA ABERTA

AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE CUBA
SUA EXCELÊNCIA GENERAL RAÚL CASTRO RUZ
Palácio de Governo
La Havana, Cuba


AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
SUA EXCELÊNCIA LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Palácio do Planalto
Brasília, Brasil


AO DR. DARSI FERRER RAMÍREZ
ATIVISTA DO MOVIMENTO NEGRO DE CUBA
Prisão Valle Grande
La Havana, Cuba



Atendendo a solicitações de intelectuais, ativistas sociais e personalidades de várias partes do mundo, notadamente do Movimento Negro do Brasil, dirijo-me a Vossas Excelências, os presidentes do Brasil e de Cuba, para manifestar minha profunda preocupação diante da situação atual do médico e ativista cubano dos direitos civis e democráticos Dr. Darsi Ferrer.

Em 21 de julho de 2009, quando participava da convocação de um ato público pacífico em defesa desses direitos, o Dr. Ferrer foi preso sob acusações de ordem criminal que nada condizem com a história, com a personalidade ou com os valores morais deste reconhecido militante do Movimento Negro de Cuba. Desde então, ele vem sendo mantido preso sob condições que caracterizam um abuso dos seus direitos.

Os fatos que conheço indicam que se trata de um caso de intimidação política contra aqueles que, em Cuba, elevam sua voz em protesto contra o racismo, contra a discriminação racial e contra as diversas formas de intimidação que recaem sobre os cidadãos que ousam reivindicar a implantação, em seu País, de um estado de direito que respeite a livre manifestação e que reconheça a organização daqueles cidadãos que, por alguma razão, sentem e sofrem a discriminação e a violação dos seus direitos.

Sabemos que o Dr. Darsi Ferrer não é um criminoso. Os fatos indicam que, em função de sua longa militância pelos direitos civis e humanos das populações marginalizadas em Cuba – na sua imensa maioria de ascendência africana – as autoridades cubanas decidiram tentar calar esta voz que incomoda. O fato de o julgarem como criminoso, encarcerando-o em um centro de detenção para criminosos comuns, denota o descaso dessas autoridades para com as normas de direito internacionalmente reconhecidas.

Por isso, em protesto contra a violação de seus direitos, o Dr. Darsi Ferrer iniciou sua greve de fome.

Tememos pela sua preciosa vida num momento em que a nação cubana precisa, para seu renascimento democrático, da contribuição de seus cidadãos mais comprometidos com os valores morais e éticos que regem a vida democrática. O Dr. Ferrer é um desses cidadãos.

Convencido de que a injustiça atinge o Dr. Ferrer e, através da pessoa dele, atinge todo o Movimento Negro de Cuba e toda a população cubana, bem como os direitos humanos e democráticos em todo o mundo,

· apelo ao Governo da República de Cuba, e a Sua Excelência Raúl Castro Ruz, para que cesse os atos de intimidação contra os militantes anti-racistas e que liberte, imediatamente, o Dr. Darsi Ferrer Ramírez, ou então o julgue como preso político, com direito à defesa jurídica e à livre escolha de seu defensor;

· apelo ao Governo da República Federativa do Brasil, e a Sua Excelência Luiz Inácio Lula da Silva, para que interceda, urgentemente, junto ao Governo da República de Cuba, em favor do respeito aos direitos civis, humanos e democráticos do Dr. Darsi Ferrer;

· suplico ao companheiro Dr. Darsi Ferrer que desista, imediatamente, de sua greve de fome, não colocando mais em risco sua vida, pois não podemos nos privar de sua preciosa contribuição cívica, num momento em que, em Cuba e em todo o mundo, precisamos de pessoas com a inteligência, a integridade e o comprometimento com a justiça que ele tem demonstrado.

Assim, junto minha voz àquelas que, a cada dia de modo mais incisivo, clamam pela libertação do Dr. Darsi Ferrer. Convoco todas e todos os que prezam as liberdades democráticas e os direitos civis e humanos, que lutam contra o racismo e que sempre defenderam o direito do povo de Cuba a exercer sua plena soberania, para que intercedam junto às autoridades de Cuba no sentido de cessarem, imediatamente, sua ofensiva contra os defensores dos Direitos Civis naquele País.


Rio de Janeiro, 30 de outubro de 2009



ABDIAS NASCIMENTO
Ex-senador e ex-deputado federal da República Federativa do Brasil; ex-secretário de Direitos Humanos e Cidadania do Governo do Estado do Rio de Janeiro
Fundador do Teatro Experimental do Negro e do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros
Professor Emérito da Universidade do Estado de Nova York

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Uma História Familiar...

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This is it!

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Coração bobo, Coração bola...
Pipoca dentro do Peito...

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Ao lado da
Ana C,
da Luiza Gata e
da Lucinha Black Power
assisti
Michael Jackson
ontem!

- Estávamos - todos - em Família!


"Imperdível"
Para os que não querem perder!


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Sem mais,

Nelson Maca

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Ananias e Thina Balançam a Bahia Preta!

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Dança de Rua invade a Tereza Batista

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Em cinco edições, a partir de 01/11, projeto apresenta performances, competições e oficinas dos principais estilos do break desenvolvidos em Salvador



Um dos quatro elementos da cultura hip hop, o break começou a despertar o interesse da juventude periférica baiana a partir do final da década de 1980. Hoje, é praticado em vários bairros da cidade, como mostrará o projeto Dança de Rua Invadindo a Praça , um dos selecionados do edital Tô no Pelô, da Fundação Cultural do Estado. O evento, idealizado pelo grupo Independente de Rua, começa dia 01/11 e segue por mais quatro domingos (15/11, 22/11, 29/11 e 06/12), sempre a partir das 16h e com entrada franca., na Praça Tereza Batista.

Durante as cinco rodadas, o público assistirá performances com as principais modalidades da dança de rua, acompanhará as disputas individuais e entre grupos e também participará de palestra e oficinas. Tudo num diálogo direto com o rap, o grafitti e a discotecagem, os outros elementos do hip hop.”O projeto nasce da observação das potencialidades artísticas e da mobilização social nas rodas de dança de rua que já acontecem de maneira espontânea na cidade”, afirma o b.boy Ananias, que coordena o evento juntamente com os também dançarinos Thina Reis e Ricardo Oliveira.

Ananias e Tina estão a frente da roda de breaking que acontece às terças na Praça da Sé e é uma das mais tradicionais e duradoras da cidade. E é nas rodas que eles e outros amantes da dança de rua têm a oportunidade de exercitar estilos como locking, popping. b.boying, além do freestyle (estilo livre da dança de rua) e de fusões com a capoeira, o que reforça a identidade local do break. É um pouco deste clima que o grupo transfere para a Tereza Batista, possibilitando o encontro de dançarinos e interessados e também promovendo animadas disputas de b.boys (15/11), de coreografias (22/11) e popping (29/11). No último dia , acontece apresentações dos vencedores, que serão escolhidos por um júri de especialistas e receberão prêmios entre R$100 e R$500.

Fundindo diversão e lazer com uma preocupação sócio-educativa, o Dança de Rua pretende abrir espaço para o surgimento de novos grupos e talentos. Assim, a Bahia poderá estar inserida na participação de novos festivais, tanto locais, quanto nacionais e internacionais, movimentando o mercado da dança em novos contextos, sejam eles artísticos, sociais, pedagógicos e/ou profissionais.

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Principais modalidades da dança de rua


Popping: é conhecido por duas características marcantes: os traços robóticos e os movimentos em forma de ondas.

Locking: com grande utilização de braços e pernas, tem como elemento definidor o “apontar” (algo como sinalizar) e “trancar” (espécie de travamento ou contração dos músculos).

B.boying : é o mais dinfudido e exige uma grande habilidade física do praticante, pois possibilita movimentos no solo, no ar e combinações coreográficas dos membros superiores e inferiores. Além disso, permite perfomances em forma de mímica e teatro.


Independente de Rua

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Criado há 7 anos, o Independentes de Rua é um dos grupos mais atuantes da cidade na divulgação da dança de rua através de batalhas de b.boys, festivais de dança, apresentações em shows e oficinas de hip hop.

Atualmente formado por seis integrantes, tem na linha de frente os dançarinos Luis Augusto, o Ananias, Ana Cristina Reis (Thina), e Ricardo Oliveira. Ananias é um dos mais experientes e requisitados dançarinos de break do estado. Ele começou há mais de 12 anos, no pioneiro Primitivos do Rap, do bairro de Lobato, passando a atuar tanto artística como politicamente no Hip Hop.

Com experiência em vários estados e também no exterior, atualmente é aluno do curso de dança profissionalizante da Fundação Cultural do Estado. Thina é uma das primeiras mulheres a atuar na dança de rua por aqui e a incentivar as outras mulheres a praticá-la. Já Ricardo Oliveira é considerado o primeiro professor de Educação Física a praticar o estilo b.boy na Bahia.


Serviço

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Edital
: Tô no Pelô
Projeto: Dança de Rua Invadindo a Praça
Quando: aos domingos (01/11, 15/11, 22/11, 29/11 e 06/12), 16h
Onde: Praça Tereza Batista (Pelourinho)
Entrada: franca


Programação


01/11 (Abertura)

16h – Grafitti e DJ Chacal
17h – Roda Livre de Break
18h30 – DJ Bandido
19h50 – Demonstração de modalidades de Break
20h – Show com o grupo de rap RBF – Rapaziada da Baixa Fria

15/11 (Batalha)

16h – Discotecagem – DJ’s Genoma e Bandido
17h – Batalha de B.Boys
Intervalos com Freestyle e Rodas Livres

22/11 (Concurso de Coreografias)

16h - Discotecagem – DJ’s Jarrão e Bandido
17h – Concursos de Coreografias de Dança de Rua
Intervalos com Freestyle e Rodas Livres

29/11 (Batalha de Popping)

16h – Discotecagem - DJ´s Bandido e Joe
17h – Batalha de Popping
19h30 – Desfile de Moda Hip-Hop
Intervalos com Freestyle e Rodas Livres

06/12 (Encerramento)

16h - Palestra Hip Hop: uma Cultura em Movimento (Nelson Maca)
17h - Oficinas de Dança de Rua (coreografia, popping , locking e b.boying)
19h – Apresentação dos vencedores das competições
20h – Show com o grupo de rap Opanijé

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Assessoria de Imprensa: Ana Cristina Pereira (9176-5755 e anacristinap@gmail.com)
Mais Informações: Ananias (9195-4272); Thina Reis (8808-2860)

(Divulgação)


Textos: Ana Cristina Pereira
Fotos: Nelson Maca
Arte: Penga

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

SOLIDARIEDADE

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Mestre Carlos Moore
convoca a todos a prestar solidariedade ao
Doutor Darsi Ferrer



Queridos hermanos y hermanas:

Yo se que muchos de ustedes nunca oyeron hablar del activista anti-racista Afro-Cubano, Dr Darsi Ferrer. Sin embargo, se trata de una de las figuras mas importantes en la lucha por los derechos civiles del pueblo cubano y el mas valiente luchador contra la exclusión social. El Dr Ferrer fue detenido, hace algunas semanas, y encarcelado bajo absurdos e mentirosos cargos de "robo de material" del estado. Hace semanas que está en prisión.

El Dr Ferrer dirige varios programas independientes de ayuda a la población cubana discriminada, marginada y pobre (éstos son, en su inmensa mayoría, de origen africano). Por esa razón, las autoridades cubanas lo consideran como un elemento altamente subversivo, pues según el gobierno, en Cuba no hay ni pobreza, ni racismo ni marginación poblacional.

Aquí les envío, por lo tanto, un documental producido por el Dr Ferrer que muestra las condiciones de esas personas (los moradores de albergues), a los que el presta ayuda desde hace años. Vean el trabajo del Dr Ferrer en el documental que conseguirán en el enlace de Cuba Encuentro AQUI

Aclaro que es la primera vez, en toda mi vida de militante antirracista, que elevo la voz para reclamar apoyo a un disidente cubano; lo hago porque la magnitud de la injusticia que ha cometido el gobierno cubano ya llegó a límites que nadie puede tolerar sin convertirse en cómplice de la opresión de aquellos que no tienen voz en Cuba.

Apelo al sentido de justicia de cada uno de ustedes para que ayuden a movilizar la opinión pública mundial sobre este caso de detención política de un ciudadano cubano negro, honrado, valiente y dedicado a la causa de los mas humildes en Cuba.

Pido ayuda para liberar al dirigente negro, Dr Darsi Ferrer.

Agradezco su ayuda con el corazón.

Carlos MOORE

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Comité Ciudadanos por la Integración Racial*


La Habana, 22 de octubre de 2009

El Comité Ciudadano por la Integración Racial (CIR) agradece, profunda y sinceramente, la campaña de solidaridad que el Dr. Carlos Moore, profesor, investigador y escritor, además de destacado militante antirracista, ha desplegado a favor del Dr. Darsi Ferrer Ramírez, luchador por los derechos civiles y miembro fundador del CIR.

Creemos firmemente que esta campaña, tratando de captar la sensibilidad aquellos sectores que en el Brasil y en el mundo se preocupan por la suerte de los marginados, pudiera enviar el mensaje al gobierno cubano de que sería bien vista por el Brasil inteligente y profundo, la paralización de la maquinaria montada para condenar al Dr. Ferrer Ramírez a largos años de prisión.

Juan A. Madrazo Luna
Coordinador Nacional

*Domicilio Social: Avenida 23. No 710 e/ C y D. Apto. 2 Primer Piso. Vedado. Ciudad Habana. Cuba / Teléfono Móvil: 53 5 253 89 23

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Não fique parado num povo em movimento!

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Liberdade e Justiça ao Doutor Darsi Ferrer

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Caros amigos, amigas, parceiros e parceiras de luta ininterrupta!


Há um problema racial grave em Cuba e não podemos ficar neutros ao que acontece com nossos irmãos de lá. Em nome da causa que nos une, peço que leiam com atenção o que se segue e integrem a luta em prol de nossa vida.

Sei que os da minha idade e geração cresceram vislumbrando em Cuba uma esperança viva, mas isso não pode nos cegar para algumas questões trágicas pontuais da Ilha.

Agora, por exempo, venho de peito aberto até vocês pela defesa da integridade física, política e moral de um grande militante do Movimento Social Negro Cubano que corre o risco de ser anquilado pelas autoridades daquele país.

Trata-se do médico e ativista Darsi Ferrer, que se encontra preso sob a alegação de, pasmem todos, furto de materiais de construção (algo como dois sacos de cimento e uma grade de ferro segundo informações precisas).

Armação, é claro!

Hoje, o mundo já sabe, pela internet, principalmente, que o hip hop cubano compõe a frente do movimento negro mais contestador. Quando assistimos o crescimento comercial de parte do hip hop mundial - o que tem exigido sua despolitização - temos a grata satisfação de saber que, em Cuba, o hip hop assumiu a vanguarda da rebeldia da juventude - de forma política e consequente. Sua insubmissão diz respeito ao movimento que a maioria de nós vive e participa hoje: na literatura, no audio-visual, no próprio hip hop e afins.

Por isso não podemos estar neutros nas determinações do destino do Doutor Darsi Ferrer, pois trata-se das determinações do destino do povo negro cubano de forma geral - e de nosso próprio futuro continental!

Declaro, portanto, minha total adesão à articulação mundial em prol da Liberdade de Darsi Ferrer e Apoio ao Movimento Negro Cubano! E peço, olho no olho, a sua confiança nas informações veiculadas aqui e sua adesão nessa luta urgente que também é nossa.

Encaminho a seguir o manifesto do movimento e o link do abaixo assinado que está correndo na net, exigindo um tratamento digno ao Doutor Darsi Ferrer.

Junte-se a nós não apenas assinando a petição, mas também repassando esta informação e divulgando tudo em seu seu endereço (blog, site, twiter, orkut, etc).

Bem-vindo à GRANDE CAUSA!


http://www.petitiononline.com/ferrermn/petition.html


Profundamente Eu...
Apenas!

Nelson Maca
Professor da Univesidade Católica de Salvador
Coletivo Blackitude: Vozes Negras da Bahia

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Carta ao Povo Negro Brasileiro!



Prezados/as Companheiros/as
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Apesar da luta história que travamos no Brasil contra a ditadura e na qual continuamos para o resgate das histórias de irmãos e irmãs que “desapareceram” e cujas memórias só conseguimos registrar parcialmente, com relatos de familiares e de amigos/as;

Apesar de nossa atenção e envolvimento no repúdio histórico às ditaduras de diferentes matizes que se instalaram ao redor do Brasil e no mundo;

Apesar de nossa luta contra todo arbítrio que sempre usurpa os direitos de cidadãos e cidadãs deixando marcas profundas e indeléveis que tentam mudar ou mesmo mudam o rumo de nossa luta na direção de vida digna para absolutamente todos e todas;

Algumas vezes somos surpreendidos/as por notícias que nos custam muito acreditar. Mas, sem ventura, nossa dúvida logo se dissipa quando buscamos dados que, atualmente, são fácil e rapidamente encontrados nos sites de “busca”.

Nos referimos às notícias, veiculadas em diferentes idiomas, ao redor do planeta, a respeito da prisão e da greve de fome do ativista anti-racista afro-cubano, Dr. Darsi Ferrer. Trata-se de uma das figuras mais importantes na luta pelos direitos civis do povo cubano e valente lutador contra a exclusão social. O Dr. Ferrer está detido desde 21 de julho de 2009 e encarcerado sob alegações absurdas – e sabemos que mentirosas – de "roubo de material" do estado. Desde 21 de julho na prisão, Dr. Ferrer está em greve de fome desde 13 de outubro! Pelo que sabemos da dignidade e capacidade de luta desse médico, temos receio de que ele siga com esta greve até o fim!

O bloqueio internacional patrocinado pelos EUA, a crise internacional e outros fatores infelizmente produziram bolsões de pobreza também na sociedade cubana, mas afetando de modo mais dramático a população negra e marginalizada. O trabalho do Doutor Ferrer tem sido o da promoção da solidariedade com os setores pobres e, nessa direção, milita no movimento anti-racismo, incomodando o governo que se recusa a admitir a existência da desigualdade racial e da exclusão social. Por sua atuação, as autoridades cubanas o consideram como um elemento altamente subversivo, porém empregando artifícios acusatórios de “crime comum” para encobrir a repressão a um ativista do movimento negro.

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Independente de considerações de ordem ideológica sobre o regime político da Ilha, os brasileiros compromissados com a justiça e a igualdade sempre hipotecaram seu apoio à Revolução Cubana e também defenderam aquele povo contra as agressões imperialistas. Mas a prisão do Dr. Ferrer caracteriza-se como um ataque à perspectiva legítima de luta social: o anti-racismo, como uma especificidade de luta que deve ser reconhecida, respeitada e se desenvolver livremente na perspectiva de uma sociedade justa, democrática e plural.

Causa-nos maior surpresa, ainda, o que relata da Srª. Yusnaimy Soca, esposa de Darsi Ferrer, de que o Dr. Darsi está na prisão de Valle Grande, em La Lisa, na periferia de Havana (Cuba), destinada não a presos políticos, mas a presos comuns. Esta prisão, dividida em quarteirões, chamados “destacamentos”, mantém homens amontoados em espaços comuns, sendo que o destacamento de nº 12, em que está Dr. Darsi Ferrer, é aquele destinado a prisioneiros doentes, com tuberculose e infectados por HIV/Sida. Os riscos de infecção do Dr. Darsi Ferrer são evidentes, num amontoado humano com mais de 120 pessoas.

Por essa razão, nós, os intelectuais negros brasileiros, que lutamos contra toda forma de opressão e o racismo; que estamos compromissados com transformação social e o fim das desigualdades raciais; que defendemos uma sociedade radicalmente democrática, plural e livre, consideramos o Dr. Darsi Ferrer um preso político do regime de Cuba, injustamente levado ao cárcere e sem direito aos procedimentos jurídicos legalmente previsto na Constituição Cubana.

Por essa razão, elevamos nossa voz unânime, em paralelo às manifestações em nível mundial, pedindo a imediata libertação do Dr. Darsi Ferrer e a garantia de um processo justo para que ele se defenda das acusações.

Nesse sentido, solicitamos sua adesão ao documento pela Liberdade a Darsi Ferrer e em Apoio ao Movimento Negro de Cuba, assinando em


http://www.petitiononline.com/ferrermn/petition.html


(Fonte:Memória Lélia Gonzalez - Ana Felippe)
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*Todo meu respeito a Ana Felippe e ao Memória Lélia Gonzalez, por essa iniciativa de vida e solidariedade. Meus parabéns e muito obrigado por todas as demais ações que tem realizado em prol da Negritude brasileira e mundial.

Tamo junto, Guerreiras!!

A família é grande e dispersa, mas mãe só temos uma:

África,
One People!
One Love!!


Nelson Maca

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sábado, 24 de outubro de 2009

Este Tal Recital no Sarau Bem Legal

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"Este Tal Recital"
no "Sarau Bem Legal"



Hoje, domingo, dia 25 de outuro de 2009, lançamos nosso Sarau Bem Legal. É um projeto que iniciei juntamente com a Biblioteca Monteiro Lobato através da intermediação inspiradora da sua diretora, Rosane Rubim. Acontecerá sempre no último domingo de cada mês e convidará, a cada edição, um grupo de poetas mirins da cidade. Há vários, e bem legais!


Pois é, paralelamente, estreiou também o grupo de poetas pequenos que reuni. O nome do grupo é Este Tal Recital. A princípio é uma experiência caseira, pois está composto por minhas duas filhas (Luiza Gata e Lucinha Black-Power), cinco vizinhos aqui da rua (os irmãos Rebeca e Israel; os irmãos Gabriela e Felipe; e o simpátissíssimo Daniel), três colegas da Escola Curumin, que minhas meninas frequentam (Aline, Clara e Jamile) e, finalmente, a Tatitâmara que mora no Peliurinho e é família da poeta e recitadora Jocélia Fonseca.

Nosso recital é composto de quatro partes: a primeira apresenta poemas das próprias crianças e as demais poemas do camiquase Paulo Leminski. Por isso chamamos nossa apresentação de "Leminskianas Baianas".


O que aconteceu tô aqui me preparando para tentar relatar enquanto espero as fotos várias que estão para chegar muito em breve.... Ao falar, quero que vocês vejam...

Só adianto uma coisa:
FOI O MAIOR DOMINGO DE MINHA VIDA!

Pode acreditar!


Nelson Maca
Vivendo e Aprendendo a Jogar!!

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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

II Mostra Cultural da Cooperifa!

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Dois dias inesquecíveis!

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Acabo de chegar de São Paulo, onde participei da II Mostra Cultural da Cooperifa. Não sei bem se estive por lá ou andei sonhando um sonho bom. Foram dois dias tão intensos que sinto a sensação que realmente não existiram de tão bom que foi.

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Vou contar - já já - esta história. Mas tem que ser com calma... Volto já, viu!

É que cheguei em plena correria por cá: domingo é a estréia de nosso grupo infantil Este Tal Recital e também do Sarau Bem Legal. Ensaiamos quinta e hoje a noite. Amanhã, sábado, tem mais - a tarde toda!

E domingo é só alegria!

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A história da Semana da Cooperifa virá com toda calma e amor que merece. Por ora quero apenas saudar três irmãos que me desconcertaram por lá de tão maravilhosos que foram comigo: Guti Fraga, do Nós do Morro do RJ, Alessandro Buzo, o Suburbano Convicto de SP, e Sérgio Vaz, nosso anfitrião, o Vira-latas da Cooperifa-SP.

Sérgio Vaz, muito obrigado por essa experiência inesquecível!!

Você tem diminuido as pulgas que andam atrás de minha orelha! rsrsrs

Nelson Maca
Exu Encruzilhador de Caminhos Consequentes

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Para acompanhar tudo com detalhes e imagens:
www.colecionadordepedras1.blogspot.com

Para mais lances privilegiados:
http://www.suburbanoconvicto.blogger.com.br/

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As fotos foram sequestradas do Blog Colecionador de Pedras do Sérgio Vaz!

Na primeira, temos uma geral do Sarau que comemorou os 8 anos da Cooperifa, realizado na última quarta feira.

Na segunda, mostra o momento de minha fala na mesa de terça ao lado do Buzo, ambos intermediados pela simpatia, beleza e inteligência da antopóloga Érica Peçanha. Esta mesa contou ainda com a Adriana da Feira Preta de SP e do grande artista-ativista Guti Fraga do Nós do Morro do RJ.

Na terceira estamos eu, o Guti e o Vaz. Não precisa nem falar, né? É um encontro pra ficar! Esse trio promete!

*Assim, olhando de novo, mesmo calmamente, ainda sinto a falta de alguém aí neste time destas fotos: nosso irmão GOG, mas esle faz o grande show de encerralento do evento, e sei que estamos juntos, mesmo distantes! Sempre!!

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Rádio África

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Carlos Moore fala sobre Fela Kuti: 2 vezes!


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Salve amigos e amigas e demais todos


A vida anda tão a milhão por aqui que não tenho tido tempo de atualizar o Gramática como de costume. Não, não é falta de assunto! Há muita coiasa para contar sobre setembro e outubro por aqui.

Em outubro rola ainda muito mais ainda: Ellen Oléria m Salvador, Nelson Maca, eu mesmo, na mostra cultural da Cooperifa, a estréia do nosso infantil Sarau Bem Legal e do nosso grupo de poetas mirins Este Tal Recital, lançamento do livro da Luiza Gata, continuação Sarau Bem Black, etc...

De setembro, quero falar de toda a nossas andanças pela Bahia resistente com o Poeta, GOG, grande irmão que o hip hop me deu ninguém mais tira. Aliás a última visita À Bahia Preta daria um livro. Nunca respeitei tanto um artista "de perto". E com diz o Lázaro Erê: ele não é personagem, é ele mesmo!

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Enfim, quero voltar com muita calma para contar e ilustrar tudo isso!! Por ora, vim para lembrar que há duas entrevistas imperdíveis com o Mestre Carlos Moore sobre o inacreditável Fela Anikulapo Kuti.

Uma delas já está disponível no www.radiolaurbana.com.br.

Uma entrevista muito bacana, bem feita, inteligente e sabendo explorar bem as potencialides do grande mestre jamaicano que vida nos trouxe ao lado.

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A outra entrevista vai para o ar amanhã pelas ondas da Rádio Educadora FM - da Bahia. Agradeço aqui ao interesse do Beto, produtor do programa, a sempre abertra e presença do Mario Sartorello, diretor da Rádio, e, logicamente, ao nosso entrevistador DJ Sankofa, apresentador do programa que nos recebeu tão bem. O programa chama-se Rádio África e vai ao ar todos os sábados às 19h pela faixa 1007.5

Ah, sim, digo "nosso entrevistador" porque desta entrevista, quase invisível ao lado do monumental Carlos Moore, também paticipai.

Vá entender essas coisas?

No mais é isso mesmo, vamos levando na manha até vazar a maré alta de tanta coisa boa dos últimos dias. Uma parada para reflexão e tomada de fôlego é sempre bem vinda, né não, nego?

Leia muito mais sobre Fela Kuti no Brasil no:
Exu Encruzilhador de Caminhos Consequentes
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