segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Há Racismo em Cuba?


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Manuel Cuesta Morúa entra no debate sobre Racismo em Cuba

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Manuel Cuesta Morúa, porta-voz Nacional do Partido Arco Progressista, acaba de lançar, publicamente, um texto que entra efetivamente no debate atual sobre o conflito racial em Cuba. Pela primeira vez a questão é encarada ampla e abertamente na Cuba dos Castros. Se a situação já estava em alta tensão nos últimos meses - principalmente com a prisão do Dr Darsi Ferrer - com a manifestação de Manuel Cuesta Morúa, uma das mais importante liderança da oposição política em ação no país, a temperatura deve passar dos 1000 graus.

O argumento central do texto que vem a público gira em torno do desmanche das acusações “pessoais e ideológicas” feitas ao professor Carlos Moore pelo periódico Granma, porta-voz do Partido Comunista Cubano. Manuel Cuesta desconstrói , passo a passo, os argumentos do autor e editor Pedro de la Hoz. Este colocou sob suspeita a lisura de caráter, a sinceridade científica e os interesses políticos de Moore. Além disso, Manuel Cuesta linka cada elemento tratado à realidade que vive o país, tirando o foco de pessoas e universos particulares particulares, para discutir a própria conjuntura sócio-racial do país.

O texto nasce do debate que se forma em torno dos ativistas norte-americanos que cobram, em documento polêmico, uma reorientação na questão negra em Cuba. O autor não deixa de comentar, inclusive, os posicionamentos das personalidades negra (também dos EUA) que saem em defesa do regime castrista.

O apoio que Manuel Cuesta Morúa explicita ao movimento negro da Ilha representa, seguramente, o aquecimento do debate já estabelecido, e a sinalização do enfrentamento inevitável e inadiável do racismo cubano. A temperatura vai subir!
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Pela primeira vez, dentro do regime revolucionário, a questão racial é debatida com tanta amplidão, e as posições oficiais contrapostas com tanta veemência e coragem. Isso fica patente quando esse dirigente negro da mais influente agremiação política da oposição em Cuba, se solidariza às iniciativas dos aivistas internacionais, condenando a reação "desrespeitosa" do artigo de Pedro de la Hoz, no periódico Granma, para com Carlos moore e demais personalidades negra que assinaram o manifesto norte-americano.

O debate sobre o conflito racial cubano acontece pontualmenete há décadas, porém nunca esteve tão coletivizado, intenso e, principalmente, visível!

Aliás, tornou-se uma questão internacional, de interesse dos ativistas negros norte-americanos, se alastrando pelo Caribe e de todo o continente. Além do apoio declarado de ativistas e intelectuais de outros países, a exemplo da Nigéria e do Brasil.

Ativistas do movimento social negro do Brasil também estão se aliando no questionamento crítico ao racismo institucional cubano, mas pode e precisa ser mais abrangente. Já temos, por exemplo, o posicionamento de Abdias Nascimento, o que nos demonstra a concretude e seriedade desse movimento de amor à vida e a liberdade. Mas é preciso ampliar essa abrangência.

O agente possível dessa ampliação tem identidade, cor e classe social: chama-se NÓS, O POVO NEGRO VIVENDO NO BRASIL.

Sim, parceiros de idéias, lutas e sonhos, algo importante acontece em Cuba nesse momento, que é histórico. A revolução foi um capítulo modelar para todos nós, porém há que avançar nas questões raciais (estagnadas) e varrer a discriminação, o preconceito e o racismo arraigados nesse país que também é diáspora negra.

Essa movimentação tomou corpo e se tornou irreversível. São 60 os dirigentes Negros dos Estados Unidos que assinaram o documento em apoio ao movimento negro cubano. Intelectuais destacados do Caribe escreveram uma Carta ao presidente Raul Castro Ruz. Lindsay Barrett, o grande novelista jamaicano-nigeriano, fez declaração à imprensa do seu país.

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Some-se a tudo isso a Carta Aberta aos presidentes Raul Castro Ruz e Luiz Inácio Lula da Silva, do ex-senador brasileiro Abdias Nascimento, dirigente histórico do movimento negro do Brasil.

Tudo isso tem provocado a ira do governo cubano, que reagiu - com texto contestatório e desrepeitoso ao manifesto dos negros norte-americanos e, mais diretamente, a Carlos Moore - num editorial do GRANMA, órgão oficial do Partido Comunista e do Governo de Cuba, assinado por Pedro de la Hoz:
http://www.granma.cu/portugues/2009/diciembre/mier9/tiro-falido.html).

É exatamente essa declaração que acirra o conflito, provocando, pela primeira vez, nos últimos 50 anos, a tensão necessária para um grande debate (franco, aberto e popular) sobre a grave situação racial na ilha.

O capítulo mais recente desta história se escreve agora, com a publicação da declaração de Manuel Cuesta Morúa (abaixo), divulgada, exatamente, na tarde de hoje, 14/12/2009, com difusão em Cuba e no mundo.

O Blog Gramática da Ira, que vem informando sobre a questão racial em Cuba, traz esse importante pronunciamento de Manuel Cuesta Morúa, esperando, sinceramente, ser útil nesta luta que precisa da compreensão e solidariedade da comunidade negra internacional.

Você, leitor, se reconhecer aqui uma causa que lhe diga respeito, fica convidado a reencaminhar o texto abaixo para sua lista e/ou mesmo publicá-lo em seus meios!

“Não podemos ficar parados num trem em movimento”.


Nelson Maca – Blackitude: Vozes Negras da Bahia

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Texto de Manuel Cuesta Morúa
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Moore, certero

En un artículo del periódico Granma, órgano oficial del partido comunista de Cuba, edición 9 de diciembre de 2009, se intenta descalificar a Carlos Moore, un destacado militante antirracista cubano, profesor e investigador y con una amplia obra sobre temas raciales, que toca el tema del racismo tanto en Cuba como en otras partes del mundo. Todo, por lo que podríamos llamar, en propiedad y con sentido hemisférico, la Declaración afroamericana a favor de los derechos civiles en Cuba. Afrobrasileños, afrocaribeños y afronorteamericanos se han expresado, sucesiva y separadamente, a favor de los militantes antirracistas cubanos.

Carlos Moore imparte conferencias en América Latina, Estados Unidos y África, y es una prestigiosa figura reconocida en diversos sectores académicos de mucha magnitud y densidad cultural e intelectual. Es, por más señas, un hombre de izquierdas que ha sabido, independientemente, moverse con determinación, modales y finura dentro del enmarañado escenario de la lucha por los derechos civiles, el respeto a las minorías, a la identidad y el reconocimiento raciales, sin caer en el juego del dinero y los intereses tradicionales de Washington.

De un hombre así Granma habla mal; pero lo hace mal. ¿Y Por qué lo ataca? Pues porque el compatriota Moore acaba de romper, casi simultáneamente, el monopolio que el gobierno cubano conservaba más o menos intacto, hasta el 1 de diciembre de 2009, sobre aquellos tres pivotes fundamentales en las Américas: los afrobrasileños, los afrocaribeños y los afronorteamericanos. Hasta esa fecha, podría decirse que estos importantes sectores tenían una visión compacta en torno a una imagen tópica: Cuba como cierta Isla de Tule con una obra social inigualable destinada, primorosamente, a los negros, mestizos y pobres en Cuba.

La ruptura de este monopolio desnuda al rey y lo deja sin guardarropa. Y las razones se exponen así: podría decirse de todos estos sectores que son antisistema, entendiendo por sistema las pautas hegemónicas sobre las que se funda el modelo cultural de dominación en las Américas, y del cual el gobierno cubano forma parte, socialistamente. Ellos no pueden ser acusados, tampoco, de trabajar a favor de los servicios de inteligencia occidentales ni pueden ser implicados, por defecto, en los diseños típicos del real o supuesto eje Miami-Washington.

De manera que la teoría del cisne negro adquiere una interesante confirmación en este específico caso. Si la previsibilidad de la crítica al gobierno cubano le había permitido armar una defensa geopolítica ciertamente eficaz en varios temas, culpando previsiblemente al “imperialismo” de todos los males y de todas las críticas, por aquello de que todos los cisnes son blancos, las declaraciones de los afroamericanos, en el sentido hemisférico del término, vienen a sorprender a las autoridades cubanas de un modo indeseable, confirmando el descubrimiento australiano de que también hay sorpresivos cisnes negros.

No es lo mismo ser acusado de violar los derechos humanos, así en abstracto, que ser acusado de racista. En el primer caso, Bush, como el síndrome de China, está por todas partes; pero, ¿por dónde anda Bush en el segundo caso?

Estas declaraciones acaban de completar un proceso difícil en toda la imaginería global alrededor de Cuba. No solo somos un país fallido, desigual, improductivo, mal educado, con una cola interminable de faltas de ortografía y bastante violento, sino también racista, en la visión de importantes sectores de opinión en el mundo. Lo que equivale a decir que acabamos de completar por fin el importantísimo círculo de normalización en el concierto de naciones; algo básico para asumir un enfoque maduro en la necesaria refundación que necesita el país. Una foto que recoja todos nuestros rasgos, sin retoques de photoshop, nos ayuda a tener una mejor percepción de lo que somos. De tal manera, se puede asegurar que el futuro estará mejor garantizado: sin autoengaños.

Según Granma, Moore es el arquitecto de todo aquello; y, al atajar al arquitecto, hace unas cuantas movidas erráticas.

Primero, dice que Carlos Moore es de “origen cubano”. Lo cual es verdad, solo que es una verdad compartida por todos los cubanos. Así, con el intento de convertir en un ataque político una clasificación empleada por los departamentos de inmigración del primer mundo, reproduce un concepto frecuentemente utilizado por sectores racistas para ofender y excluir a quienes no comparten la pretendida pureza de algo. Granma tiende a utilizar peyorativamente esta clasificación cada vez que intenta atacar a sus adversarios cubanos que viven en el exterior, sin advertir que con ello reafirma un estereotipo racista. Una constante mordida en la propia cola que revela desesperación incontrolada.

Segundo, afirma que Moore “se presenta como ‘especialista en temas raciales”. Lo que podría ser contestado diciendo, del mismo modo, que Granma se presenta como un periódico. Es el tipo de crítica que emana de los cartones cubanos de Elpidio Valdés, donde los españoles de las guerras cubanas del siglo XIX son presentados casi como supuestos soldados. Una crítica débil que quiere denunciar una impostura y que, en el caso de Moore, solo ofende a las numerosas universidades y editoriales en el mundo que acogen sus conferencias y publican sus libros.

Tercero, adelanta la idea de que Moore “había logrado embaucar a un respetable activista del movimiento de vindicación de la población negra brasileña”, cuyo nombre, no sé por qué Granma no lo menciona, es Abdias Nascimento, otro hombre de izquierdas. Aquí, incapaz de captar la médula y sustancia del debate racial en las Américas, Granma comete un error de bulto: pierde de vista que la autoestima es el pilar específico de los movimientos de emancipación negra, y esta no tolera la manipulación. De modo que la sospecha y la desconfianza frente a los posibles embustes del otro son los primeros dispositivos, casi naturales, de los negros autoemancipados de este hemisferio. Granma insulta así a Abdias Nascimento y, por extensión, a afrocaribeños y afronorteamericanos. Pienso que por ignorancia antropológica más que por voluntad denigratoria.

Cuarto, el órgano oficial del partido comunista repite sus ataques habituales contra los disidentes, y se revela del deber de probar sus afirmaciones. Decir que el Dr. Darsi Ferrer, sujeto concreto, pero no único, de solidaridad en todas las declaraciones, es “uno de los beneficiarios de los fondos de la política anticubana de las administraciones norteamericanas” solo puede ser tomado o como un trámite retórico del periodismo militante o como un despropósito políticamente motivado.



Granma debería, ante todo, ofrecer pruebas reales, no convicciones medievales, de semejante acusación, y en el camino visitar el domicilio del Dr. Ferrer para verificar sus magras condiciones de existencia y su casa deshilachada. Por cierto, eso de los fondos norteamericanos debería ser
utilizado con extremo cuidado por las autoridades cubanas, porque la cantidad de proyectos tanto institucionales como personales de todo tipo que han sido financiados a la Cuba oficial y oficiosa por la USAID o por fundaciones estadounidenses llenan una larga lista pública; aunque, no sé por qué, nunca publicada. Lista que, por demás, no es de mi interés.

Y claro que el Dr. Ferrer no fue encarcelado por su condición de negro. La cosa no es tan burda en la tierra del racismo cordial, listo y astuto. No. El problema es que su condición racial le hace la cosa más difícil, y activa la vía más expedita para el despliegue de los prejuicios raciales — no otra cosa que el racismo en forma de prejuicios— que moviliza la mentalidad al uso. Precisamente porque no se concibe que un negro ande protestando por ahí, se le echa más en cara y se le hace sentir más duro su “ingratitud”. Yo he sido testigo de como a Ferrer se le ha espetado directamente una de las frases más humillantes que se puedan escuchar: “parece mentira que seas negro”. Una frase así pesa en la comunidad, con la policía, en la cárcel, en los testigos, en el juicio y en las condenas… y en los sueños. No de otro modo, tomando en cuenta nuestra particular historia de las mentalidades, se puede explicar el triste caso de Pánfilo, la condena a prisión de Juan Carlos Robinson, —ex de todo en un gobierno al que se coló en la era de las cuotas—, por un delito bastante extravagante en Cuba como el de tráfico de influencias, y otros tantas cosas que no menciono por pudor, generosidad y respeto a la memoria. De eso se trata en Cuba.

Quinto, y aquí nos enfrentamos, una vez más, al caso típico de uso del derecho a la opinión como recurso periodístico para enmascarar el objeto de debate. Claro que no me explico cómo se hace a favor de Moore. Utilizar el comentario de Leroi Jones, un afroamericano prestigioso, para descalificar a Moore, es como querer emplear la libertad de expresión para descalificar la misma libertad de expresión.

Jones piensa —en ejercicio de su pleno derecho— que Moore se repite en una “viciosa provocación” y Granma reconoce, a través de Jones, que Moore viene hablando del tema desde los años sesenta. Lo cual significa que nuestro compatriota tuvo la visión de ver el problema desde los inicios y la paciencia suficiente para esperar que las voces legítimas del norte se decidieran a hablar de la viciosa reproducción del racismo en Cuba, un problema bastante evidente. Granma tendría que ser más cuidadoso, y advertir que el uso de las palabras debe ser cauteloso porque proporciona metáforas excelentes para calificar más una situación que a un hombre. Vindicándole.

Sexto, Granma intenta explotar el tema de la retractación de una importante activista, Makani Themba-Nixon, que en principio había estampado su firma en la declaración del norte. Me llama la atención poderosamente cómo el periódico no se da cuenta que retractarse es confirmar. Solo en el derecho la retractación tiene valor, no en psicología. Este caso revela tanto el dispositivo de sospecha natural más arriba descrito, como las dudas que se pueden tener en conciencia. Asimismo, muestra cuán profundo caló la propaganda del gobierno en los sectores afronorteamericanos. Nada más. Retirar un nombre “porque está siendo manipulada (la declaración) para ayudar a restarle legitimidad al importante proyecto social que se lleva a cabo en esa nación”, no niega la denuncia; solo alimenta, entre otras cosas, una paradoja, más ideológica que real: la de un proyecto social que convive con el racismo.

Séptimo, y finalmente, el órgano oficial del partido comunista todavía intenta convencer con el desgastado proyecto del turismo revolucionario. Son legión las visitas de los extranjeros a Cuba para confirmar in situ lo que ya llevan in petto,… a buena distancia. Recuerdo en mi adolescencia a chilenos y uruguayos viniendo a Cuba, y yendo en fila hacia el campamento Julio Antonio Mella, montado para la ocasión en la zona de Caimito en La Habana, con el propósito de corear los rápidos avances de Cuba por la senda izquierda. Muchos nunca más volvieron y otros, que llegaron exiliados de las dictaduras en Sudamérica, siguieron viaje apresurado hacia Suecia o algún que otro destino europeo.

El éxito real del turismo revolucionario cubano hay que anotarlo, sin embargo, no tanto en Europa o América Latina como en los Estados Unidos. Hasta hoy algunos estadounidenses siguen hablando, contra todas las doctrinas y muchas evidencias, de algo así como un proyecto socialista que camina hacia su perfección. Yo no sé si reír o llorar cuando escucho o leo semejantes períodos verbales. Seguir afirmando que en Cuba hay o hubo socialismo es seguir juzgando a los proyectos o a las personas por lo que estos dicen o han dicho de sí mismos. Una operación intelectual contra la que prevenía el mismísimo Carlos Marx.

Decir que en Cuba hay determinados programas sociales, ya en fuga, a favor de las mayorías es más cercano a la realidad; pero un modelo jesuita como el cubano, en el que los “ciudadanos” tienen que pedir autorización al Estado para salir o abandonar La Misión, no tiene nada que ver con el socialismo, que es un proyecto que exuda modernidad y libertad. Llama la atención cómo algunos afronorteamericanos, dotados por sufrimiento, experiencia y cultura para captar los problemas sensibles de la gente tras las sospechosas máscaras de las palabras, —que el idioma inglés rechaza por su propia estructura—, no vean la marginalidad en medio del “proyecto socialista”. Esto para mí es una situación perpleja de la que, sin embargo, no me quejo: todo ciudadano del mundo tiene derecho a hacer su propia elección y, de paso, ponerse gafas oscuras.

La cosa se pone más complicada cuando esta elección, muy usual en los radicales de izquierda realmente extranjeros, o interesados en la banalidad de retratar personajes garciamarquianos, intenta tener más derechos morales y de cátedra que la visión de los cubanos. Todos podemos optar a la hora de apoyar, criticar o acompañar; lo que Granma no debería hacer, para mantener la plena coherencia, es sugerir que para los cubanos, en temas de Cuba, es más importante la voz de un extranjero que la de un nacional. Tampoco, presuponer que si un extranjero habla con un grupo de cubanos in situ, sabe de, y siente más a Cuba que cualquiera de nosotros, vivamos o no dentro de la isla. Mucho menos, pensar que el turismo revolucionario tiene alguna eficacia mediática y puede ser tomado rigurosamente en serio en tiempos de google earth, memorias flash, blogs, turismo comunitario e Internet. Esto último puede significar una subestimación del vecino más cercano.

Moore ha sido certero. Los cubanos negros, mestizos y blancos, que describen itinerarios más sinuosos en la ciudad que los que dibujan la calle 23, la 5ta. Avenida o los pasillos del poder, no necesitaban desde luego una confirmación afrobrasileña, afrocaribeña o afronorteamericana para existir en medio de los racismos cubanos. Moore es certero, exactamente, porque pudo articular las sensibilidades de un grupo de las mejores voces autorizadas para llamar la atención sobre uno de los problemas más urgentes a resolver y poder, así, completar el proyecto inconcluso de la nación cubana.

A Moore, muchos ciudadanos cubanos, negros, mestizos y blancos, preocupados por el problema con una visión posracial, le agradecen por su perseverancia coronada. Y, para Granma, la pregunta continúa: ¿Es Cuba un país racista?

La conclusión de todo esto es que Cuba duele; también para los afroamericanos.


Manuel Cuesta Morúa 10 de diciembre de 2009


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domingo, 13 de dezembro de 2009

Saraus da Blackitude se despedem de 2009

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Blackitude encerra 2009 com muita poesia

Sarau Bem Black - XI Edição (semanal)
Última de 2009 / Quarta-feira, 16.12
Local: Sankofa African Bar - Pelourinho
Horário: 19h

Sarau Bem Legal - III Edição (mensal)
Última de 2009 / Domingo, 20.12
Local: Bilioteca Monteiro Lobato
Local: Largo de Nazaré (em frente ao Bom Preço)
Horário: 10h (graffiti) / 11h (recital)


Daqui a pouco, todos os detalhes!


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A boa influência de Sérgio Vaz

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Sérgio Vai(z) muito
além da periferia

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A Revista Época traz como matéria de capa sua lista com os nomes das “Cem pessoas mais influentes do Brasil no ano de 2009”. Entre eles está o nome do poeta Sérgio Vaz da Cooperifa.

Numa situação convencional (se tivesse visto, primeiro, a capa da revista numa banca de revista, por exemplo) eu apenas riria, com extremo deboche, e continuaria minha caminhada.

Não mudei esta postura: é muita pretensão dessas listas - de quem quer que seja - dizer quem é mais e quem é menos para nós, a população sem, ao menos, nos consultar... e mesmo assim, ai... ai... penso que temos que desconfiar sempre dessas listas, principalmente quando fazemos parte de segmentos discriminados, muitas vezes invisibilizados pelo país. Devemos reagir e construir nossas próprias referências positivas.

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Falo das listas com pretensões “universais”!, não das particulares. Mas acontece que me deparei, em primeira mão, com essa capa nos blogs dos parceiros, todos destacando a presença do Sérgio Vaz na lista.

Não! Definitivamente, isso não me faz endossar essa lista, é lógico! Mesmo porque ainda não sei quem é nenhum dos outros 99 (rsrsrs). Ninguém fala deles. Nem sei se quero saber...! Mas esses blogs - entre os quais se pode incluir, agora, o Gramática da Ira – são nosso caso particular como apontei acima. Um reconhecimento interno, uma referência do grupo representativo!

De fato, a mim o Sérgio Vaz influenciou nos últimos anos. E pro “bem”, diga-se de passagem! Ele não estaria entre os meus cem, mas certamente entre as dez pessoas que mais interfiram no meu modo de ver e agir nos últimos anos rebeldes. Ele já fez ações comigo na UCSal e também em eventos da Blackitude pela cidade de Savador.

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Aliás, é mais que algo pessoal e pontual!!, pois, aqui em casa, Sérgio Vaz é um nome constante e a Cooperifa uma realidade imediata. A Ana Cristina escreveu matéria sobre o cd da Cooperifa para o Jornal Correio (da Bahia). A Luiza Gata e a Lucinha Black Power declamam no Sarau Bem Black e no Sarau Bem Legal, este nossa versão infantil do barato todo que o Sérgio nos inspira. A Luiza, que gosta de declamar Pé de Pato, sempre me pergunta se eu levo ela na Cooperifa um dia.

- Acha pouco!?

O que acho bacana é saber que, nessas comissões que determinam as listas (a dessa revista me parece formada de jornalistas que têm destacado o movimento da poesia dita “periférica” ou “marginal”), há pessoas que sabem que o Sérgio Vaz existe... e não dissimulam nem se fazem de cegos. Isso é importante. Ele influencia muita gente mesmo; do lado de dentro principalmente.

Mas que fique bem claro: o mérito da citação do Sérgio não é dos jornalistas, pois, para eles, perceber a importância e abrangência do Sérgio é um dever ético e profissional. O mérito é do próprio Sérgio Vaz e de todos que, direta ou indiretamente, de perto ou de longe, no palco ou nos bastidores, escrevendo, editando, distribuindo ou lendo, dão esse novo fôlego à literatura brasileira viva, trazendo-a de volta à rua, para olhar o povo olho no olho.

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O Sérgio Vaz é um símbolo disso tudo e merece todo e qualquer lembrança e elogio, porque faz o que diz e diz o que faz.

Se reclamamos de nossa invisibilidade não é para fazer apologia às margens – como muitos pensam (e outros de fato fazem... alguns até lucram com isso) - mas sim para que todos saibam que elas são o nosso centro... que é preciso muitos centros... que precisamos descentrar os bens materiais, políticos e culturais!

Meu paradoxo final:
- pra essa e outras listas “universalistas”, sempre minha pulga atrás da orelha (ainda quando a coceirinha é agradável!);
- pro Sérgio Vaz e pro Prêmio Cooperifa, meu reconhecimento racional, afetivo e tribal!

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Vejam o sagaz comentário que Sérgio Vaz fez no blog Colecionador de Pedras

“A Conta é simples:
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Cocão + Rose Dorea + Lu Souza + Márcio Batista + Preto Will + Jairo + Valmir Vieira + Viviane + Sonia + Fino + Dill + Luciana + De Lourdes + Rodrigo Ciríaco + Lu Magalães + Guida + Lu Geração + Magrelas Bike + PJ e PX + Érica peçanha +James Banthu + Elizandra + Toninho + Dona Edite + Seu Lourival + Zé Batidão + Ricarda + Alessandro Buzo + Sacolinha+ Vicente + GOG + Broi + Augusto+ Casulo + PH + Robson Canto + Renato Vital + Sérgio Vaz + Brau Mendonça + Wésley Noóg + Gaspar Záfrica Brasil + Ali Sati + Ibrahim + Umoja + Bárbara + Lila + Zinho Trindade + Sarau da Ademar + Sarau Elo da corrente + Sarau da Brasa + Eleilson + Ícaro e família + Professor Fábio + Professor Luciano + Fábio + Sales + Mamba negra + Sammy Brow + Ligia + Dugueto + Eliane Brum + Rose Eloy + Fanti + Danilo + Paco + Camila + Ferréz + Rap Nacional + Alexandre de Maio + Crônica + B Valente + Tubarão + Lobão + Elias + Fuzzil + José Neto + João Santos+ Seu Jorge Esteves + Kenia + Helber Ladislau + Jair Guilherme + Giannazi + Roseli Lotturco + Eduardo Toledo + Toni C + Marcelino Freire + Asduba + Nelson Maca + Paulo kauim + Tati Iavanovich + Gastão + Marcia Luck+ Zé Pompeu+ Ewaldt + Harumi + Ana Tomé + Samba da Hora + Thereza Dantas + Mônica cardim + João wainer + Fernandinho Beat Box +me ajudem a lembrar +... +... + .... = FAMÍLIA COOPERIFA!
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É TUDO NOSSO!” (Sérgio Vaz)


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“Eu fico mesmo é com a resposta das crianças...”


Nelson Maca - Blackitude: Vozes Negras da Bahia
Exu dos Muitos Caminhos que Se Entrecruzilham!

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Fotos: Sergio Vaz, "um homem célebre"; Lucinha Black Power, Sérgio Vaz e Luiza Gata, uma lição de família; Maca na estreia do Sara Bem Legal, trajando a armadura de Sérgio; Arte da capa do livro Colecionador de Pedras de Sérgio Vaz, versão rua; Capa da Revista Época, edição especial.
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GOG - e Ponto Phinal

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GOG manda o recado
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é fora Arruda e Ponto Phinal!


Ponto Phinal

Pediu Perdão Pelo Painel, Povo Perdoou!
Perseguiu Perueiros, Placas Publicitárias, Pavor!
Pego Pela PF-Pandora Pegando Propina... Protelou!
Podridão Propagou, Pelos Poros Pipocou

Proporções Profundas, Prece Pós-Paulada
Parlamentares Pouco Prudentes Povoando Paletó Processados, Pega!
Panorama Prova Porque Precisamos Parar Pra Pensar,
Pensar Pra Por Pessoas Possuindo Poder!

Principal Periódico Provoca: Proclama... Psiu!
Para! Proibido Proibir! Proibido Proibir!

Posso Prosseguir? Pode!
Posso Prosseguir? Podemos!

Plano Piloto, Planaltina, Paranoá, Pedregal,
Professoras, Pedagogos, Psicólogos, Passadeiras,
Porteiros, Palmarinos, Pais, Pedestres, Pioneiros,
População Perplexa Pergunta!

Porque Panetone? Poderiam Pedir Pernil,
Peru, Passas, Patês, Pisca-Pisca
Proporcionar Passagem Prazerosa, Pro Povo Preto, Pobre, Periférico
Pavimentação Pública, Paradas, Pontes, Pistas, Postes, Passam!

Posso Prosseguir? Pode!
Posso Prosseguir? Podemos!

Paparicado, Patrocinado Por Peculato, Porcentagens, Pagamentos,
Picadeiro Prosperou... Pandemia!
Protegidos Por Padroeiras, Pactos, Pistolas, Patolas, Procuradores, Padrinhos
Pistolões Promulgaram PDL’s, PDOT

Plantel Possui Palácios Pomposos, Pratarias, Parabólicas,
Passaportes, Pingentes Preciosos, Pisos Parquê!
Promovem Passeios Paisagísticos, Pares Perfeitos,
Patrocinam Pileques, Pescarias Picantes, Prefeitos

Posso Prosseguir? Pode!
Posso Prosseguir? Podemos!

Professor Pastinha! Patativa, Poeta Prosador:
Pelas Palafitas, Palhoças, Persistem Penúria,
Pindaíba, Penumbra, Precariedade.
Pernilongos, Percevejos, Perambulando Pelas Paredes Picam Pessoas

Pediatras Presenciam Pupilos, Pimpolhos,
Pirralhos, Prematuros, Perdendo Peso!
Pálpebras Pálidas, Pulsos Palpitantes,
Pupilas Piscando... Pobreza Polui?

Posso prosseguir?! – Pode!
Posso prosseguir?! – Podemos!

Possuo Palpite, Particular, Pessoal Polêmico.
Punição Pros Patifes?
Pena Pro PO? PArruda?

Pega Palmatória! Pega Palmatória!

GOG



Vale sempre a pena lembrar:




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domingo, 6 de dezembro de 2009

Quarta-feira tem Sarau Bem Black!


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Sarau Bem Black!

Quarta-Feira, 09.12

Sankofa Africam Bar
Pelourinho

Videos: 18:30h
Poesia: 20h

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Lançamento: CD A Cria Rebelde

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Chegou "A Cria Rebelde”

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Grupo de rap 157 Nervoso lança seu primeiro CD e comemora dez anos de estrada

Com dez anos de carreira, o grupo de rap 157 Nervoso comemora o lançamento de seu primeiro cd, A Cria Rebelde, em evento no dia 10/12 (quinta-feira), a partir das 19h, na Quincas Berro D´Água - Pelourinho. A noite será uma celebração pela vitória do grupo, que gravou e prensou seu primeiro trabalho apesar das adversidades que experimenta. Por isso, o 157 Nervoso, formado pelos mc´s Man-duim, Diego 157 e Spok, convocou para o evento grupos e artistas que movimentam a cultura hip hop em Salvador e que estão presentes na sua história. A entrada é franca e o CD estará a venda por R$10.

Gravado entre 2008/2009 de forma independente, A Cria Rebelde conta com produções de DJ Leandro, Diego 157, Armeng e Dj Índio. Traz doze faixas, contendo a expressão das verdades vistas por seus integrantes e seus anseios, em narrativas que falam de violência policial, ancestralidade, revolução e respeito, entre outros temas. Depois de uma década e de muito trabalho, o grupo consegue deixar seu registro musical, voltado para a juventude e para a população que vive à margem: “A Cria Rebelde é o retrato do que os olhos vêem, do que o coração sente e da vivência de cada um que se assemelha ao que nós retratamos”, afirma o rapper Diego. Na festa, o 157 Nervoso apresenta o repertório do cd, além de outras composições.

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Antes do anfitrião, sobem ao palco o grupo de rap Versu2 e o MC Daganja. O primeiro está em fase de produção de seu cd de estreia; e o segundo estreou em gravação autoral em 2008 com o elogiado cd Entre Versos e Prosas. Durante as performances musicais, o público verá uma performance ao vivo com o grafiteiro Dimak, um dos artistas de maior atuação nas ruas da cidade, e curtir a discotecagem do Dj Bandido, nome de destaque na manipulação dos toca-discos. Os dois serão responsáveis por manter o clima, as cores e o groove da festa.

Produtor responsável do evento, Diego afirma que o grupo queria comemorar o lançamento do disco com aqueles que sempre acompanham, incentivam e cooperaram com o 157 Nervoso. “E também com todos que estão abertos à música rap”, diz. Ele destaca a importância dos gestores da cultura apoiarem iniciativas do movimento hip hop. “O rap, o graffiti, o dj e o break têm conquistado mais espaço nos projetos do Centro Histórico. O apoio do Pelourinho Cultural fortalece nosso evento em qualidade técnica e acessibilidade ao nosso público, composto de jovens periféricos, mas também aberto a quem queira conhecer o hip hop”, afirma Diego, acrescentando que o fato do evento acontecer num espaço central e ser de graça é determinante para a presença dos amigos, fãs e parceiros.


ANFITRIÃO

157 Nervoso

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Formado pelos mc’s Man-duim, Diego 157 e Spok, participou do evento de lançamento em Salvador do dvd 1000 trutas 1000 tretas do grupo Racionais MC’s. Outro momento marcante foi sua presença no 3° Encontro Estadual de Hip Hop da Bahia, em Vitória da Conquista, dividindo o palco com os grupos DMN (SP) e Clã Nordestino (MA). No Encontro Hip Hop Salvador fizeram show em programação que incluiu o rapper pioneiro Thaíde (SP) e o polêmico Facção Central (SP). Participaram ainda dos eventos Hip Hop Pelas Cotas, realizado na Reitoria da Universidade Federal da Bahia; Fora de Órbita Rap; 6ª edição do União dos Manos; 2° Edição do Projeto Equilíbrio Musical. Além dessas apresentações no currículo, o grupo produz e atua como residente no projeto SUBSOLO, festa que acontece no Pelourinho.


CONVIDADOS

MC Daganja


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Alan dos Santos, Daganja, há mais de dez anos atua em grupos de RAP da Bahia, a exemplo de Conexão dos Periféricos, Verbo de Malandro, Testemunhaz, Stereo e Afrogueto. Agora em carreira solo, lançou em novembro de 2008 seu primeiro cd, Entre versos e prosas, pelo selo Positivoz e em parceria com os estúdios Freedom Soul Rec. e Coro de Rato Produções. O disco traz a bagagem musical que o artista adquiriu nas periferias da cidade. É influenciado pelo samba, reggae, soul, dub, MPB, e até estilos caribenhos, misturadas a fortes batidas de rap. Daganja já firmou seu nome na cena local e nacional, atraindo a atenção da mídia especializada em hip hop.

VERSU2

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Grupo de rap formado no inicio de 2008 pelos Mc's Coscarque e Blequimobiu, ambos com atuação constante dentro do cenário musical. Eles procuram fazer de suas divergências musicais, no estilo da escrita e na escolha dos beats o ponto de equilíbrio, procurando não excluir nem mesmo suas facetas confusas. Na fuga de tendências e de mãos dadas com as influências o grupo foi destaque em vários eventos. Tem sido divulgado na Bahia e fora do estado principalmente pelos dois singles que lançaram na internet: Na caminhada e Pra fazer o que gosta. O segundo é a primeira música rap a disputar a final do Festival de Música da Rádio Educadora FM.


Dimak

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Na arte de rua desde 1996 - sempre na busca de ser original, Marcelo Dimak, além de grafiteiro, é ilustrador, tatuador e rapper. Também realiza incursões nas histórias em quadrinhos. Faz parte do coletivo 071 Crew, grupo de graffiti que organiza o tradicional “mutirão mete-mão” nos bairros periféricos de Salvador. Recentemente, juntamente com seu grupo, foi destaque da Elementos, revista nacional de hip hop editada pela equipe da Central Hip Hop, antigo Bocada Forte. Dimak tem trabalhos em diversos locais da cidade, interior e outros estados do Brasil.


DJ Bandido


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Raimundo Nonato Lima Barbosa, ou simplesmente Bandido, além de sua atuação artística, desenvolve atividades comunitárias voluntárias. Participou do Projeto Infocentro Musical (SETRAS) e Eletrocooperativa (ONG). Atua nas oficinas do GAPA, eventos da Blackitude e Gabiru do Nordeste. Afirma sua predileção pelas canções de feição mais espontânea, com ênfase no samba rock e rap. Teve honra de participar em apresentações de artistas como David Moraes, Dão, Arto Lindsay, BNegão, Cortejo Afro, Dj Hum, Paquito, Dj Dolores, Bira Reis, Simone Sampaio, Margareth Menezes, MC Xis, e Vox Sambou & Diegal (Haiti-Canadá). Participou do Festival da Paz, Bailão Black, Red Bull Hip Hop Rua (Porto Alegre), Skol Baú Elétrico, Skol Tropical Beat, Tim Perc Pan 2005.


Serviço

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Evento: A Cria Rebelde – Lançamento do cd do grupo 157 Nervoso, com shows dos grupos 157 Nervoso, Versu2, MC Daganja, graffiti de Dimak e discotecagem do DJ Bandido.
Quando: Quinta-feira (10/12), 19h
Onde: Praça Quincas Berro D’Àgua - Pelourinho
Entrada: Grátis
- Preço do CD R$ 10,00


Informações

Diego 157 (3315.7329 / 8842.6472)
Man-duim (8812.4253)

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Vox Sambou: Rap com Beleza e Compromisso!

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DiscriminaSida
Vox Sambou lança clipe com Compromisso

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"Salve Nelson, Tem um tempo desde que nós falamos. Espero que tudo esta bem com você e sua família. O que é novo com você. Eu liberei o vídeo que você viu. Há uma legenda em Português, eu quero que você entenda o que eu digo na canção. Esperamos ouvir de você logo. Por favor, diga olá à sua família. Vox"

- Salve, parceiro, assisti o video e acho que a finalização ficou muito boa. Já gostava do tratamento das imagens, mas agora acentuou mais o contraste das cores, como aquela porta, que falamos, por exempo [...] A levada do reggae dramatiza seu vocal , e vice-versa, e estão em harmonia sonora com o refrão intimista, construindo a subjetividade que o tema dramático da letra pede [...] Sem dúvida, há aquela tensão necessária a toda e qualquer obra de arte "em si" [...] Gostei do fato de ter legenda em várias línguas, visto a intenção política na emissão e recepção da mensagem, porém o texto escrito em Português requer uma revisão gramatical - questão de cuidado, já que os demasi elementos estão bem tratado [...] Gosto do resultado de tuas produções: musicais, visuais, audio-visuais [...] Você equilibra estética e conteúdo, mostrando domínio do meio e da mensagem [...] Há estilo! Conhecer tua música, agora de um lugar privilegiado -inclusive, me faz acreditar que o rap e o hip hop que eu acredito ainda tem muito fôlego e vai muito longe! Vou junto [...] Tamo junto!!!

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Taí... O Vox Sambou (na foto com Lázaro Erê - Opanijé) - nosso parceiro haitiano radicado no Canadá - manda notícias e divulga seu novo clipe, "DisriminaSida", que se integra espontaneamente na luta mundial contra a Aids. Quando talento e compromisso social se juntam no Rap dá uma sensação de revigoramento em todos que apostam na pegada sócio-política do rap e sabem que o ativismo do hip hop não morreu... mas também não pode ser desculpe para falta de talento.... Rap é compromisso!!! Mas Rap também é música... Rap é som... Beleza pura... Mesmo quando o asunto é grave!

Não é, não, Negrosss?

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Veja o Release
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Vox Sambou lança vídeo temaizando a a luta contra da Aids

O Rapper haitiano Vox Sambou aborda a questão da epidemia da AIDS em seu novo vídeo DiscriminaSida. A canção está incluída em seu segundo CD com lançamento previsto para 2010. Vox Sambou é um dos membros fundadores do grupo de hip hop Nomadic Massive, que compõe raps em criolo, espanhol, inglês e francês. Para realçar o drama universal que é a discriminação contra pessoas portadoras do vírus HIV, o vídeo é traduzido em três línguas: Inglês, Espanhol, Português.

O tema do Dia Mundial da AIDS 2009 gira em torno da liderança: "Pare a Aids - mantenha a promessa". Os líderes do mundo são convidados a serem responsáveis pela discrepância discriminatória entre os compromissos assumidos para lutar contra a propagação da Aids e medidas tomadas para realizá-los efetivamente.

Segundo Sambou, "a discriminação tem diversas origens. Há falta de conhecimento sobre a prevenção, falta de inclusão dos soropositivos na sociedade, falta de recursos básicos, especialmente na parte norte do Haiti, de onde eu venho." O efeito perverso desta discriminação são os cerca de 220.000 órfãos haitianos, reflexo desta realidade: seus pais ficaram doentes, não puderam receber tratamento, nem contribuir com a sociedade por vergonha, ou porque foram abandonados ao ostracismo.

O vídeo foi dirigido pelo cineasta dominicano Ariel Mota e foi rodado na ilha de Kyskeya, hoje Santo Domingo. O vídeo está disponível no www.voxsambou.com
http://www.youtube.com/watch?v=2GTbRIZEErw

http://www.youtube.com/watch?v=2GTbRIZEErw


Fonte: Robints Paulo, alias Vox Sambou
514-992-5235
info@voxsambou.com

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Legenda do Youtube


"A discriminação tem diversas origens. Há falta de conhecimento sobre a prevenção, falta de inclusão dos soropositivos na sociedade, falta de recursos básicos, especialmente na parte norte do Haiti, de onde eu venho. O efeito perverso desta discriminação são os cerca de 220.000 órfãos haitianos, reflexo desta realidade: seus pais ficaram doentes, não puderam receber tratamento, nem contribuir com a sociedade por vergonha, ou porque foram abandonados ao ostracismo. O vídeo foi dirigido pelo cineasta dominicano Ariel Mota e foi rodado na ilha de Kyskeya, hoje Santo Domingo"

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Sarau Bem Black Cai no Samba!

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Sarau Bem Black Sacode Dia do Samba

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O Sarau Bem Black não para! Sempre na intenção de estabelecer o espaço da poesia divergente nas noites de quarta-feira, chega à sua nona edição. O evento é um projeto do coletivo Blackitude - Vozes Negras da Bahia e acontece nesta quarta-feira (02/12) a partir das 18:30h no Sankofa African Bar (Pelourinho). Com entrada gratuita, é um espaço de valorização das poéticas divergente, de artistas que lançam novos olhares para a arte e cultura na cidade.

O sarau é conduzido pelo poeta e professor de literatura Nelson Maca e por Negra Íris, cantora do grupo de rap R.B.F – Rapaziada da Baixa Fria. Eles se alternam com os convidados e “abrem” o microfone para a contribuição da platéia. Neste nono encontro terá a participação especial de dois expressivos compositores da música afro-baiana: Juraci Tavares e Caj Carlão. Juraci é compositor das canções “Fio condutor da memória” (1999) e “Demarcador de Espaços e Territórios”. (2000) Ambas - feitas em parceria com Luiz Bacalhau - foram tema de carnaval do Ilê Aiyê. Caj Carlão é, simplesmente, o criador de dois verdadeiros hinos de dois dos blocos afros mais cultuados da cidade: “Separatismo não” (Ilê Aiyê) e “” (Olodum). A noite promete!

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Trazendo esses dois grandes poetas da música, o Sarau Bem Black participa ativamente das homenagens ao dia samba, celebrado também na quarta-feira, dia 02 de dezembro. Inclusive, o sarau convidou os poetas que o freqüentam a declamar letras de sambas nesse encontro. E, para não deixar dúvida sobre a intenção da noitada, e da abrangência do estilo em destaque, antecede as performances poéticas um filme temático; e muitos hits do samba de malandro serão lembrados nas intervenções do DJ residente. Com certeza, tudo será bem-vindo e acompanhado pelos presentes.

O filme em questão é “Simonal: ninguém sabe o duro que dei” e começa às 18:30. Trata-se do polêmico documentário sobre a vida tumultuada do magnífico músico Wilson Simonal. Também polêmico, porém menos contraditório, é o sambista homenageado na trilha sonora que sacudirá o sarau. Bezerra da Silva terá seus sambas tocados pelo DJ Joe, para anunciar, comentar e animar os recitais. Ao final, para fazer dançar apenas. Esse grande sambista vem compor a galeria musical do Sarau Bem Black, que já homenageou Fela Kuti, James Brown, Bob Marley, Tim Maia, Gilberto Gil, Alpha Blondy e Ilê Aiyê. Cada semana um nome da musica negra mundial é e será lembrado. .


Quem conduz os trabalhos é o professor e poeta Nelson Maca e a cantora Negra Iris, declamando poemas, anunciando os convidados especiais e franqueando o microfone para a participação dos poetas da platéia. Tudo anunciado, intermediado e comentado pelas músicas conduzidas por Joe. O Sarau é aberto pelos rappers Lázaro Erê & Rone Dundum (foto de Fernando Gomes) do grupo Opanijé com a música Encruzilhada, uma saudação a Exu. Dão continuidade a abertura as poetas mirins Luiza Gata e Lucinha Black Power no momento denominado Erês. Após isso, começa as declamações dos poetas: residentes, convidados e voluntários da platéia. Ao final, volta o Opanijé, para um rap de despedida. Pelo menos até a chegada da próxima semana...

Em sua última edição (25/12), o Sarau Bem Black ferveu o Sankofa African Bar ferveu com a presença do poeta paulistano Akins Kintê, e do encontro de grandes poetas da cidade. José Carlos Limeira, Giovane Sobrevivente, Iara Nascimento, Hamilton Borges Walê, além do compositor Carlos Soares e dos poetas da platéia, movimentaram o espaço que já se tornou um novo ponto de encontro para a poesia, com destacada presença da juventude negra de Salvador. Não bastasse os 1000 graus poéticos que aqueceram a noite, o termômetro subiu ainda mais com as interferências musicais do Joe, que trouxe um repertório composto exclusivamente por clássicos do Ilê Aiyê. Nesta semana não será diferente.

Nossa idéia é que o Sarau Bem Black sirva como um espaço aglutinador para quem gosta de ouvir e recitar poesia e também para aqueles que desejam conhecer outras vozes da poética baiana. O sarau pretende consolidar um espaço democrático, para quem quiser mostrar seus versos.


CONVIDADOS


Caj Carlão

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Carlos Alberto de Jesus
, ou simplesmente Caj Carlão, começou a desenvolver seus dotes artísticos desde muito jovem. Seu início de carreira aconteceu nos programas de calouro e festivais escolares.

Na década de setenta começa a compor músicas para blocos afro, o que significa que participa ativamente do aparecimento do gênero na sua versão atual. No mesmo período, como dançarino, integrou o histórico grupo de dança folclórica do SESC/SENAC - Pelourinho, e também a companhia internacional Olodumaré.

Como músico, compôs canções para inúmeras grupos da cidade, a exemplo de Estudantes da Liberdade, Bloco Zumbi da Cidade Nova, Magnatas, Alerta Mocidade, Secos e Molhados, Alvorada, Orumilá, Apaches do Tororó, Korin Efan, Malê Debalê, Muzenza, Olodum, Ilê Aiyê e Filhos de Gandhy, dentre outros.

Envolveu-se profundamente com bloco afro já em 1974, fazendo suas primeiras músicas voltadas para o então nascente movimento que ganharia a Bahia e o Brasil. Logicamente, o nascimento do Ilê Aiyê, nesse mesmo ano, também contextualiza dessa história. Aliás, para esse bloco da Liberdade, ele compôs uma música que se torrnaria um verdadeiro hino da agremiação: “Separatismo não”. Conhecida com Zumbi, representa igualmente umas das mais belas homenagens das artes da Bahia feitas ao herói nacional da consciência negra.

Posteriormente, criou outra música que se consagraria, percorrendo o mundo com o Bloco Afro Oodum, para quem foi feita. Trata-se de “Lutar é preciso”, também gravada e popularizada pela extinta banda de reggae soteropolitana Terceiro Mundo.


Juraci Tavares

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Juraci Tavares
é compositor, cantor e educador. Há 32 anos, compõe obras que passeiam pelos multifacetados aspectos da formação humana, sem perder de vista a influência e os valores de seus antepassados. Em 1997, na propícia sede do bloco africano Ilê Aiyê, Juraci reinicia o trabalho musical de exaltação dos deuses africanos e dos valores do seu povo.

Entre 1999 e 2004, consagra seu nome como compositor de bloco afro. Há alguns anos, compõe para o Ilê Aiyê, Malê Debalê e, mais recentemente, Cortejo Afro. Das canções suas, em parceria com Luiz Bacalhau, “Fio condutor da memória” (1999) e “Demarcador de Espaços e Territórios” (2000), foram tema de carnaval do Ilê Aiyê. Lança-se com cantor em 2007, no show “Veia Aberta”.

Com o músico Márcio Pereira, possui um espaço cultural chamado “Ossos 21”, no bairro de Santo Antônio. Juraci Tavares também compõe letras e poesias para o público infantil. Em 2008, realiza o espetáculo "Vocábulos Caminhantes". Estabelece parceria produtiva com o grupo Afoxé Oyá Alaxé. Duas canções compostas Poe ele – “O Ancestral Oyálaxé” e "O Rosa" - fizeram sucesso nos carnavais de 2008 e 2009, em Pernambuco.

Compõe também para outro grupo pernambucano, o Afoxé Alafin Oyó. “Valores Entrelaçados” foi feita para o Alafin, e fará parte de seu repertório no carnaval de 2010. Como poeta, foi homenageado na 6ª edição do “Caruru dos Sete Poetas – Recital com gostinho de dendê”, ocorrido em setembro no município de Cachoeira. Em novembro, Juraci Tavares levou o show “Cordão Umbilical” à cidade de Santo Amaro, Recôncavo Baiano.


PROGRAMAÇÃO

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18:30 – Documentário:
Simonal: ninguém sabe o duro que dei”,
de Claudio Manuel, Micael Langer, Calvito Leal.

20:00 – Sarau Poético
Apresentação: Nelson Maca e Negra Íris
Participação: Lucinha Black Power, Luiza Gata,
Lázaro Erê & Rone Dundum (Opanijé)Convidados: Caj Carlão, Juraci Tavares
DJ Residente: Joe


SERVIÇO

Evento: Sarau Bem Black
Quando: quarta-feira (02/12), a partir das 18:30
Onde: Sankofa African Bar (Rua Frei Vicente, nº 7, Pelourinho)
Entrada franca.

Informações: blackitude@gmail.com

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Domingo é Dia do Sarau Bem Legal - Sabia?

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Domingo é dia de Sarau Bem Legal

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Domingo agora, dia 29 de novembro, amanhã - rsrs, a partir 10h da manhã, lá na Biblioteca Monteiro Lobato, no Largo de Nazaré, acontece a Segunda Edição do nosso Sarau Bem Legal.

Nosso convidado bem especial é o excelente grupo Nas Asas da Poesia, dirigido pela parceira Aceli Araujo, lá da Biblioteca Comunitária do Cabula. É show de bola, a criançada já tem um time legal e dialoga bem com o teatro. Muito Bom!

Desta vez, como anfitrião do projeto, o grupo Este Tal Recital abre a programação. Faz uma breve intervenção poética e passa logo a bola para os convidados. Vamos aproveitar e fazer uma singela homenagem ao mês da consciência negra com alguns poemas na temática (entre outros, versos de José Carlos Limeira). Mas vai ter Leminski de novo - rsrs...

Na Primeira Edição, no dia 25 em outubro, meu grupo de poetas mirins, Este Tal Recital, foi quem comandou a manhã com o recital Leminskianas Baianas. Tudo com o auxílio luxuoso do grafiteiro Marcos Costa que fez um grafite inspirado do poeta paranaense.

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Pois agora o Marcos Costa volta, para realizar sua segunda grafitagem "literária" com a gente. Dessa vez, retratando o poeta José Carlos Limeira, e prestando uma homenagem à literatura negra baiana e brasileira.

Depois vem mais: outros grafiteiros e outros escritores... de todas as cores, tá?

Detalhe: o graffiti é feito do lado de fora da biblioteca, no Largo de Nazaré, bem em frente ao Supermercado Bom Preço (Credo! rsrs). E sabe o que acontece ali, ao mesmo tempo?

- Apresentação de chorinho com o grupo Canto da Praça (5 anos lá)

Bom demais: muita gente, animação, e o graffiti chega chegando. Em outubro foi um sucesso total aquele Leminski bem pintado sob o céu da Bahia Preta e ao som de Pixinguinha!

É isso!

Para não esquecer então:

Evento: Sarau Bem Legal (sarau poético infanto-juvenil)
Grupo Anfitrião: Este Tal Recital
Grupo Convidado: Nas Asas da Poesia
Graffitti: Marcos Costa (Tema: José Carlos Limeira)
Local: Biblioteca Monteiro Lobato (Largo de Nazaré)
Horário: 10 (Graffiti) - 11h (Poesia)
Entrada: Franca

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Sarau Bem Legal

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O projeto Sarau Bem Legal” é um evento mensal da Biblioteca Infantil Monteiro Lobato centrado num recital de poesias realizado por grupos composto de crianças e/ou adolescentes. Tem projetado para seu primeiro ano a participação de um grupo de poesia da cidade a cada etapa, sempre introduzidos pelo grupo residente Este Tal Recital. Além dos recitais, a cada mês, haverá a execução de um graffiti ao vivo, retratando poetas brasileiros. Ao final do primeiro ciclo (de 12 meses), será realizada uma exposição pública com os painéis confeccionados e um grande encontro com os grupos que presentes ao longo do ano (Out/09 – Out/10). Além da poesia e do graffiti, o projeto está em processo de captação para publicação de um livro-reportagem que registre textos, fotos e graffitis do projeto.

Direção da Biblioteca Monteiro Lobato: Rosane Rubin
Coordenação do Sarau Bem Legal: Nelson Maca

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Nas Asas da Poesia
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O grupo
Nas asas da poesia” é um grupo teatral infanto-juvenil que realiza apresentações de recitais de poesia com técnicas de declamações livres teatrais mescladas com cirandas, poesias e outros com um repertorio composto por autores como Cecília Meireles, Castro Alves, Solano Trindade, José Paulo Paes, Ruth Rocha, Carlos Drummond de Andrade, Elisa Lucinda, composição das próprias crianças do “Projeto Criança aqui tem arte” e outros que funciona, regularmente, na Biblioteca comunitária do Cabula, hoje atendendo 22 crianças.

Coordenação voluntaria do “Criança aqui tem arte” e de ações da Biblioteca Comunitária do Cabula: Acely Araujo

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Este Tal Recital

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O grupo Este Tal Recital” de poesia formado em setembro de 2009 por crianças entre 8 e 11 anos de idade, está sediado na Biblioteca Monteiro Lobato, no bairro de Nazaré, onde faz a s vezes de anfitrião do projeto “Sarau Bem Legal” que acontece mensalmente no espaço. Esteou publicamente juntamente com o Sarau em outubro passado com o recital “Leminskianas Baianas”. A cada edição desse projeto, estará abrindo o programa pra os demais grupos de poesia infantis e infanto-juvenis convidados. Como está explícito na expressão, foi uma singela homenagem ao grande poeta paranaense Paulo Leminski.

Coordenação: Nelson Maca

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Marcos Costa

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Marcos Costa, artista plástico, nasceu em São Félix. Desenvolve diversas expressões artísticas com variadas técnicas. É grafiteiro desde 1999, mantendo um ritmo dinâmico de produção das Intervenções Urbanas que ele começou a fazer em Salvador, e vem, ganhando novos rumos em outras cidades, sempre investigando novas possibilidades de intervenção com o graffiti. É graduando em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, Educador Social Voluntário no Projeto Cidadão, no Projeto Caminhar e no Projeto Escola Aberta no CEARC. Também é Ilustrador. Já no projeto “Sarau Bem Legal”, realizou o primeiro graffiti da série, retratando o poeta paranaense Paulo Leminski.

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José Carlos Limeira

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O poeta José Carlos Limeira é natural de Salvador - onde reside atualmente. Seguramente, trata-se de um dos escritores mais expressivos e consagrados da chamada literatura negra brasileira atual. Publica desde a década de 70 quando se consagra com seus dois primeiros livros, Arco-Íris Negro e Atabaques, escritos a quatro mãos com o também consagrado poeta negro carioca, Èle Semog. Participa dos cadernos Negros desde sua primeira edição - há 30 anos atrás. Em 2008, teve alguns de seus poemas gravados no cd “Noite da Liberdade” pela coleção “Voz & Poesia” da Fundação Gregório de Mattos.

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Daqui a pouco... Zumbi na Luta!

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Acontece daqui a pouco, lá na Praça Municipal, em frente ao Elevador Lacerda e prefeitura, o I Torneio Zumbi dos Palmares de Boxe. Todos sabem o quanto nosso estado é forte no barato: com campeões brasileiros, panamericanos, olímpicos e mundiais. Mas sabem também da discriminação e falta de apoio para com este esporte praticado por negros fortes nos bolsões de miséria da Bahia Preta.

É hora de pensar e discutir estas questões de frente, não é, não? Mas sem perder a linha e ficar escorregando só no papo furado, sem apoiar a prática. Porque só bla bla blá não serve, não derruba, não nocauteia os inimigos de nossas demandas, negão!

Estarei lá, prestigiando o evento e, com mais parceiros, boxeando com poesias. O Geovani Sobrevivente e o Hamilton Borges Walê estarão por lá também.

O Hamilton é um dos organizadores deste e outros eventos de Boxe.

Também estará presente o poeta Akins Kintê, vindo direto das periferias de São Paulo. Para quem não teve a oportunidade de ver o bolão que é este poeta ao vivo lá no Sarau Bem Black de quarta-feira passada, há uma nova oportunidade hoje. Não deixe de assistir o combate da categoria peso pesado da poesia preta deste negão!

Tô indo... Vejo vocês lá.... Só não diga que eu não avisei, tá?

Nelson Maca - Blackitude na Luta!

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DEXTER SE MANIFESTA!

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Aos amigos; fãs; admiradores da verdade, transparência e justiça; e a quem mais possa interessar.


Venho, através deste manifesto, me posicionar em relação à produção do longa metragem “Entre a Luz e a Sombra”, dirigido por Luciana Burlamaqui, que irá estrear no dia 27 de novembro de 2009.

Estou aqui não para censurar todo e qualquer tipo de ilustração a respeito de minha história e de meu trabalho, mas não posso concordar e apoiar aquilo que desconheço. Meu único contato com a obra finalizada foi a sinopse do mesmo que não me passou o que me foi proposto quando aceitei que gravassem imagens minhas para o referido documentário. Pela sinopse entendo que o foco apresentado no início da proposta, adotou outro rumo. A intenção era que o mesmo mostrasse que a recuperação do ser humano que se encontra privado de sua liberdade é totalmente possível, desde que a própria pessoa se interesse por sua vida e seu futuro. E não relações humanas individualizadas, com temáticas corriqueiras a qualquer programa comercial de TV. (isso obviamente baseado no pouco material que tive contato). Com certeza isso não faz parte dos meus objetivos.

Reconheço as dificuldades presentes em trazer este material para minha apreciação, já que ainda me encontro privado de minha liberdade, porém não vi disposição por parte da produção em possibilitar este momento. Disposição esta que não faltou na época em que precisaram gravar as imagens, o caminho das pedras sempre foi o mesmo, o que mudou foi o interesse.

Tendo em vista estas dificuldades procurei também possibilitar que meu assessor de comunicação (Sr. Eduardo Bustamante) assistisse o referido documentário para que ele pudesse passar uma posição mais concreta sobre o enredo retratado, mas isso também me foi negado com a alegação de que a distribuidora não permitia a exibição do mesmo para qualquer pessoa antes de seu lançamento oficial. Porém mais uma vez a contradição se faz presente, já que outros que nem se quer são protagonistas da história já assistiram.

Como não recebi um retorno formalizado diante de minha solicitação, registrando a posição da produção do filme, decidi me manifestar, oficialmente, frente a esta questão. Responsabilizo-me totalmente por tudo aquilo que eu disse e fiz nas referidas imagens, porém não posso atestar, nem legitimar a intenção e/ou forma com a qual este material foi editado.

É bem verdade que cedi o direito de uso da minha imagem para esta produção e utilizando do meu direito de me expressar livremente e também o fato de ser um dos protagonistas da história, digo que não acho justo desconhecer o produto final, isso é inadmissível. Sem contar o desconhecimento total do orçamento, honorários, patrocínios e apoios, lembrando que não recebi cachê para isto.

Logo mais o filme estará nos cinemas e, diga-se de passagem, com destaque em salas de pouca circulação do povo da periferia, ou seja, lugares de difícil ace$$o para os que realmente deveriam assistir. Onde está a lógica? Obviamente alguém irá ganhar algo com isso e sinceramente não estou incluído. Em respeito a minha família, meu trabalho, minha vida pessoal e minha VERDADEIRA história, fica registrado aqui meu manifesto acerca do assunto.

“Sentar à mesa e te assistir jantar não fará de mim uma pessoa que também esteja jantando”

Sem mais para o presente.

PS- Maiores esclarecimentos com meu assessor de comunicação: Eduardo Bustamante (
periferiasoberana@gmail.com)


Dexter



sábado, 21 de novembro de 2009

Akins Kintê participa do Sarau Bem Black

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Palavras Faladas da BlacKitude

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Sarau Bem Black recebe Akins Kintê


Depois de uma reportagem inspiradora no programa Soterópolis -TVE (BA) no Dia Nacional da Consciência Negra, o Sarau Bem Black - Palavras Faladas realiza nova edição na próxima quarta-feira (25/11), no Sankofa African Bar (Pelourinho). E mantém o mesmo espírito, abrindo espaço para divulgação da poesia divergente, feita e consumida fora dos ambientes acadêmicos ou dos saraus tradicionais, e flertando diretamente com a música e o cinema. Passada a grande movimentação do 20 de Novembro, o sarau faz, na manha, seu tributo a Zumbi.

Realizado pelo Coletivo Blackitude - Vozes Negras da Bahia, o Sarau Bem Black é apresentado pelo poeta e professor de literatura Nelson Maca, em dueto com a cantora Negra Íris, do grupo RBF – Rapaziada da Baixa Fria. Antes, durante e após as apresentações, o DJ residente Joe comanda o diálogo musical com artistas da black music nacional e internacional. Nesta edição, o homenageado é o bloco afro Ilê Aiyê.

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A programação começa às 18h, com a exibição do documentário Abdias Nascimento: Memória Negra de Antonio Olavo, que conta a trajetória de nosso histórico militante negro. Depois do filme, tem inicio a poesia com colagens musicais e participações dos rappers Lázaro Erê & Rone Dundun, da banda Opanijé, que sempre abrem o recital com uma saudação a Exu; e das poetas mirins Luiza Gata e Lucinha Black Power. O microfone é também aberto aos poetas da platéia, que se inscrevem e recitam poemas seus ou dos autores favoritos. Sem dúvida, um dos momentos mais aguardados; e que revela boas surpresas.

Inspirado do Sarau da Cooperifa – que há oito anos reúne centenas de pessoas, todas as quartas, na periferia paulistana – o Sarau Bem Black já contou com participações especiais como o rapper GOG (Brasília) e os baianos José Carlos Limeira, Jocélia Fonseca, Landê Onawlê, Hamilton Borges, Iara Nascimento e Giovane Sobrevivente. Neste encontro o convidado será o poeta paulistano Akins Kintê, um dos nomes promissores da nova poesia negra praticada no Brasil. Além dele, o Sarau Bem Black convocou novamente o poeta Hamilton Borges Walê.

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SERVIÇO

Evento: Sarau Bem Black – Palavras Faladas da Blackitude
Quando: quarta-feira, dia 25/11, 18h
Onde: Sankofa African Bar (Rua Frei Vicente, 7, Pelourinho)
Ingressos: Grátis

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PROGRAMAÇÂO

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18h: Filme-Documentário
Abdias Nascimento: Memória Negra (Antonio Olavo)


20h: Poesia
Apresentação: Nelson Maca e Negra Íris.
Participação: Lucinha Black Power, Luiza Gata, Lázaro Erê & Rone Dundun (Opanijé)
Convidados: Hamilton Borges Walê (BA) e Akins Kintê (SP)

- DJ Joe toca Ilê Aiyê.

*Microfone aberto aos poetas da platéia

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:: CONVIDADOS



AKINS KINTÊ

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Akins Kintên nasceu na Zona Norte de São Paulo. É integrante do grupo de rap Patota D’ Firmino. Ao lado do poeta Cuti Silva, participou da peça teatral Negroesia, direção de Beta Nunes. Integrou as antologias Revista Grap, Negroesia e Sarau Elo da Corrente: Prosa e Poesia Periférica. Lançou o livro de poemas Punga em parceria com Elizandra Souza. Com Allan da Rosa e Matheus Subverso fez o documentário Vaguei os livros, me sujei com a m... toda, que aborda o conflito da negritude na literatura brasileira.


HAMILTON BORGES WALÊ

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Hamilton Borges Walê, antes de tudo, é o grande miliante do Movimento Nergro Brasileiro. Além de ativista e ator, é boxer aprendiz. Atua no Movimento Reaja ou Será Morto Reaja ou Será Morta, que luta contra o extermínio do povo negro e por uma nova segurança pública. Como ator, além da carreira teatral, atuou em filmes como Uma onda no ar. Tem estado presente em diversas atividades do Blackitude, onde, por exemplo, declama poesias combativas.


:: ANFITRIÕES


NELSON MACA

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Articulador do Coletivo Blackitude: Vozes Negras da Bahia, é poeta e professor de Literatura Brasileira da UCSal. Tem previsto, para 2010, o lançamento de seu primeiro livro de poemas: Gramática da Ira e também de um cd de poemas que contará com participações do rapper GOG (Brasília), do poeta Sergio Vaz (São Paulo), da atriz Vera Lopes (Porto Alegre) e do percussionista Jorjão Bafafé (Bloco Afro Okanbi)_que assina as percussões do disco, entre outros.

NEGRA ÍRIS

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Componente do coletivo Blackitude, é cantora do grupo de rap RBF – Rapaziada da Baixa Fria, do Cabula. Vencedor de edital de cultura digital da SECULT/2008, o grupo lança até o final do ano “Reação Sankofa” - um conjunto de faixas disponibilizadas gratuitamente na internet. Estudante de Artes Plásticas na UFBA, também atua com arte-educadora. Como cantora e declamadora, forma parceria com Nelson Maca...

DJ JOE

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Morador do Cabula, DJ Joe é um dos principais articuladores do coletivo Blackitude. Ex-integrante do grupo RBF – Rapaziada da Baixa Fria, tem desenvolvido projetos em sua comunidade, envolvendo os quarto elementos da cultura hip hop, assumindo pessoalmente o comando dos pick ups. Atua como dj residente dos eventos e parcerias da Blackitude.,


PARCERIA

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Sankofa African Bar

Bebidas e comidas; música de qualidade com programação diversificada, filmes, clipes e documentário retratando o continente africano. Tudo isso acontece no Sankofa African Bar e Restaurante. Continente de grande diversidade cultural, a África é fortemente ligada à cultura brasileira. Comandado pelo DJ ganense Sankofa, o espaço quer partilhar com os baianos um pouco dessa cultura envolvente. Sankofa é um símbolo gráfico de origem Akan, tribo da África ocidental, sobretudo de Gana e Costa do Marfim. A palavra tem uma conotação simbólica no sentido da recuperação e valorização das referências culturais africanas. Sankofa significa “nunca é tarde para voltar e apanhar aquilo que ficou atrás”, ou seja, voltar às suas raízes e construir sobre elas, o progresso e a prosperidade.

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Para ver o Sarau Bem Black no prra Soterópolis:


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Sarau Bem Black no Programa Soteropolis

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Sarau Bem Black nas Telas da TVE


Salve Parceiros,


no da 20 de novembro, o programa Soterópolis - da TVE BA - exibiu uma reportagem sobre o "Sarau Bem Black - Palavras Faladas" do Blackitude. Gostei do resultado! Os responsáveis pela reportagem foram bastante cuidadosos com tudo. Acho que a matéria dá uma mostra concreta do que temos feito lá no Sankofa African Bar!

E no dia 25 - semana que vem - tem Sarau Bem Black no Pelourinho!

Apareçam!!!


Nelson Maca
Exu Encruzilhador de Caminhos Consequentes


Segue ligue aí ni link:


Programa Soterópolis - TVE (BA) - 20.11.2009

http://www.irdeb.ba.gov.br/tve/catalogo/media/view/185


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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A hora e vez do CabelAfro!

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Tributo aos Cabelos, Pret@s


Filmes - Palestras - Debates -
Recital - Música
Instalações Atísticas


+ Apresentação de pesquisas sobre gênero
desenvolvidas no Campus II da UNEB - Alagoinhas.



No dia 19 de novembro, no Campus II da Uneb - Alagoinhas, estaremos realizando o evento Tributo aos Cabelos, Pret@s; uma homenagem aos nossos cabelos, pretas e pretos. Cabelos de outras cores e perfomances estão convidados a assistir a debates, ouvir música e poesia, conhecer o trabalho de Fela Kuti, a prosa de Fábio Mandingo, encontrar a galera do rap, do break, curtit um baile black. Enfim, estar com a gente.

É dia 19.

Estamos integrados às homenagens a Fela Kuti, que ocorrem desde outubro e também à Campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres

(DIVULGAÇÃO)


Para visitar o Blog do evento:

http://teafro.blogspot.com/

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O Silvio vocês já conhecem, né?


Parceiro de longa data; Irmão por livre escolha. Sempre colamos com ele, eu e a Blackitude, lá em Alagpinhas. E ele sempre cola com nós em Salvador, onde, aliás, reside de fato. Mas bem antes disso já havíamos nos reencontrado por aqui na Bahia Preta...

Sim, como vocês podem bem ler, aí - em cima, ainda celebramos o Fela Day. E vai continuar, pois não podemos mais cair nas delimitações de simplesmente comemorar o dia disso e/ou daquilo... Estamos curtindo nossas virtudes e amigos e combatendo nossos vícios e inimigos diariamente.

Esse seminário-espetáculo sobre nossos cabelos é de uma urgência urgente, Negrozzz.

Sempre falei e continuo falando que, antes de mais nada, precisamos afirmar nosso corpos pretos e suas especificidades divergentes dos modelos "imperiais".

Portar um blackão na cabeça e um sorriso aberto nos lábios grossos já é uma batalha vencida contra o assimilacionismo eur0-cêntrico.

Tamo junto, Silvio!

Nelson Maca - Blackitude.Ba


FICHA
Evento: Tributo aos Cabelos, Pret@s
Local: UNEB - Campus 2 - Alagoinhas
Data: 19 de novembro
Contato e detalhes: http://www.teafro.blogspot.com/

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Na Subida da Serra da Barriga

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Na Serra da Barriga

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O GOG está em turnê pelo nordeste
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Na quarta-feira última, seu telefonema me acordou cedo. Caramba, ele tava subindo a Serra da Barriga; e ele se lembrou de mim.

Foi um dos telefonemas mais loucos que já recebi. O Irmão estava profundamente emocionado. Eu, do lado de cá do fio, senti o baque no meu Reator que anda meio frouxo ultimamente.

A minha Admiração, Respeito e Amizade pelo GOG só cresce a cada dia.

Ele é mais um grande Irmão que o Hip Hop me deu. Só tenho a agradecer a esse movimento por ter me colocado tantos Exus deste quilate em minhas encruzilhadas.

Hip Hop, obrigado por existir e me deixar pongar em ti!

GOG,
Sempre Juntos,
Irmão!

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Na subida


Recebi o telefonema do amigo
Dizendo que tava subindo
A Serra da Barriga e
Na subida
Lembrou de mim!

Revelou-me
Ía vendo
A mata
O tempo
O vento


O coração batucando
Atento
Quase tocando
o passo
Quase pisando
No encalço
O calcanhar
De Zumbi!

E eu
Aqui
Nesta Grécia caída
Nesta Roma falida
Disse foi daí
Que eu vim

Dessa África
Querida
Dessa União
Aguerrida
Das feridas
Que venci


Por essas ladeiras inteiras
Pelas sombras das palmeiras
Eu sei
Outrora
Também
Subi

Ele disse
Vai vendo...

O abre-alas lá longe dizendo:
- Agora espero por ti!

Meu amigo
Serra adentro
Bem sabe
Há muito tempo
Em verdade
Escrevemos o que lemos
Aqui!

Agora recordo
Em detalhes

A subida da barriga
Da luta que nunca esqueci!



Nelson Maca

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On the Road Again!

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A Cooperifa volta a Santa Catarina


É muito lindo acompanhar do que é capaz a poesia quando conduzida com simplicidade e verdade. Tenho acompanhado muita coisa da Cooperifa, inclusive particpado de algumas, mas esses rolês são verdadeiramente invejáveis (se é que podens chamar de inveja um sentimento positivo e construtivo com sinto agora).

É muito louco tudo, não dá para explicar...

Acompanhe tudo você mesmo pelo blog Colecionador de Pedras do Irmão Sérgio Vaz! O link é http://www.colecionadordepedras.blogspot.com/

A saga começa assim:

"Povo lindo, povo inteligente,

como poesia pouca é bobagem nesta semana começa a segunda parte do Projeto VIAPOESIA do SESC Santa Catarina, e durante esta semana vamos divulgar nosso trabalho aqui no sul, que começou em agosto, só que agora comigo estão os poetas Márcio Batista, Lu Souza e Preto Will que terão a missão de representar o sarau da Cooperifa.

Aos poucos vou passando um pouco da caminhada, desta busca por novas experiências e o aprendizado constante que a poesia tem nos levado. Mó responsa.

Se você é do sul, se ligue na programação.

Cidades:

Chapecó
- segunda-feira 20hs - Teatro SESC Chapecó
São Miguel - terça-feira 20hs - Auditório do Colégio São Miguel
Xanxerê - quarta-feira 20 hs - Auditório do Costa e Silva
Concórdia - quinta-feira 20hs - Tulipa Bar
Rio do Sul - sexta-feira 19hs30 - Colégio dalfovo
Lages - sábado 20hs - teatro SESC Lages
Brusque - domingo 18hs30 - Hall do Colégio Energia
Florianópolis - segunda-feira (horário a confirmar) - teatro SESC Prainha"



(Sérgio Vaz / Bog Colecionador de Pedras)

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Boletim do Kaos; direto de dentro da Rua!

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Já tá na Rua o Boletim do Kaos - n.8/nov.




Loco, hein, Nego!
Logo completa um ano, né Nega!?


O lançamento oficial é daqui a pouco, lá no Sarau da Cooperifa,
né Maquinista?

Parabéns Buzo e Alexandre de Maio... e que venham muitos mais...

Nelson Maca - Blackitude.Ba

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Sarau Bem Black: Já é!!

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Quarta - 11/11 - é dia de

Sarau Bem Black!!



18:30 - Filme: "Povo lindo, povo inteligente"


*Documentário sobre o Sarau da Cooperifa - SP


20:00 - Poesia - Sarau Bem Black

Apresentação: Nelson Maca e Negra Íris
Participação: Lucinha Black Power, Luiza Gata,
Lázaro Erê & Rone Dundum (Opanijé)
*Microfone aberto para a plateia: Poetas e leitores


Intervenções: Dj Joe toca Alpha Blondy

Local: Sankofa African Bar - Pelourinho
*Ao lado do Rest. da Dadá e da Casa do Olodum



Realização; Blackitude: Vozes Negras da Bahia

Parceria: Sankofa African Bar

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